Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Americano na Seleco

13 de Novembro, 2017
Depois de fracassar na empreitada que lhe foi incumbida, de conquistar a 29ª edição do Afrobasket-2017, que se disputou no Senegal e na Tunísia, o ex-seleccionador nacional dos Sub-18 não resistiu à \"chicotada psicológica\", muito embora a federação talvez quisesse dar-lhe uma segunda oportunidade.
Contudo, face à pressão de alguns agentes e sobretudo dos adeptos da modalidade, a direcção de Hélder Cruz \"Maneda\" não teve outra escolha se não rescindir com o jovem e promissor treinador, que deste modo terá \"queimado\" de algum modo a sua carreira com esta saída pela porta pequena depois do grande trabalho que vinha desenvolvendo nas selecções jovens.
A FAB decidiu apostar no técnico norte-americano Williams (Will) Bryant Voigt, 41 anos de idade, com o qual firmou um contrato com validade de três anos. Os objectivos passam pelo resgate da mística do basquetebol angolano em África bem como a qualificação do país para a fase final do Campeonato do Mundo da China, em 2019, cujas eliminatórias começam já dentro de aproximadamente uma semana em Luanda.
Campeão africano pela selecção da Nigéria, em 2015, quando venceu na final Angola, por 65-74, o treinador norte-americano tem também pela frente o grande desafio de liderar um processo de renovação no \"cinco\" nacional a fim de fazer face os desafios futuros, sobretudo na luta pelo resgate do título africano de modo a manter a hegemonia no continente.
Depois de nos últimos anos as apostas em técnicos estrangeiros não terem sido bem sucedidas, com o francês Michel Gomez a defraudar as expectativas em 2011, no africano do Madagáscar, na era de Gustavo da Conceição, e o espanhol Moncho Lopez a fracassar em Tunis (2015), no consulado de Paulo Madeira, a nova direcção da federação volta a fazer um \"volte face\" após voto de confiança aos nacionais Paulo Macedo e Manuel Silva \"Gi\", respectivamente em 2013 e 2017.
Proveniente de um país com tradição na modalidade e com o campeonato mais espectacular do mundo (NBA), o técnico norte-americano Will Voigt apresenta um currículo sustentado com passagens pela equipa dos Los Angeles Clippers, de 1998 a 1999, e San Antonio Spurs, de 1999 a 2001 (NBA), selecção nigeriana ( que a consagrou como campeã em 2015), em Túnis, além de assistente e coordenador de vídeos.
Espera-se que com esta folha de serviço e com o apoio dos seus colaboradores, já indicados, nomeadamente Mathias Eckhoff, adjunto com quem trabalhou na selecção da Nigéria, e o angolano Sérgio Cristóvão, seja capaz de concretizar os objectivos definidos durante o lapso de tempo de execução do contrato.
De resto, o tempo corre célere e é hora de colocar mãos ao trabalho para, citando o slogan de governação do Presidente da República, \"melhorar o que está bem e corrigir o que está mal\".

Depois de fracassar na empreitada que lhe foi incumbida, de conquistar a 29ª edição do Afrobasket-2017, que se disputou no Senegal e na Tunísia, o ex-seleccionador nacional dos Sub-18 não resistiu à \"chicotada psicológica\", muito embora a federação talvez quisesse dar-lhe uma segunda oportunidade.
Contudo, face à pressão de alguns agentes e sobretudo dos adeptos da modalidade, a direcção de Hélder Cruz \"Maneda\" não teve outra escolha se não rescindir com o jovem e promissor treinador, que deste modo terá \"queimado\" de algum modo a sua carreira com esta saída pela porta pequena depois do grande trabalho que vinha desenvolvendo nas selecções jovens.
A FAB decidiu apostar no técnico norte-americano Williams (Will) Bryant Voigt, 41 anos de idade, com o qual firmou um contrato com validade de três anos. Os objectivos passam pelo resgate da mística do basquetebol angolano em África bem como a qualificação do país para a fase final do Campeonato do Mundo da China, em 2019, cujas eliminatórias começam já dentro de aproximadamente uma semana em Luanda.
Campeão africano pela selecção da Nigéria, em 2015, quando venceu na final Angola, por 65-74, o treinador norte-americano tem também pela frente o grande desafio de liderar um processo de renovação no \"cinco\" nacional a fim de fazer face os desafios futuros, sobretudo na luta pelo resgate do título africano de modo a manter a hegemonia no continente.
Depois de nos últimos anos as apostas em técnicos estrangeiros não terem sido bem sucedidas, com o francês Michel Gomez a defraudar as expectativas em 2011, no africano do Madagáscar, na era de Gustavo da Conceição, e o espanhol Moncho Lopez a fracassar em Tunis (2015), no consulado de Paulo Madeira, a nova direcção da federação volta a fazer um \"volte face\" após voto de confiança aos nacionais Paulo Macedo e Manuel Silva \"Gi\", respectivamente em 2013 e 2017.
Proveniente de um país com tradição na modalidade e com o campeonato mais espectacular do mundo (NBA), o técnico norte-americano Will Voigt apresenta um currículo sustentado com passagens pela equipa dos Los Angeles Clippers, de 1998 a 1999, e San Antonio Spurs, de 1999 a 2001 (NBA), selecção nigeriana ( que a consagrou como campeã em 2015), em Túnis, além de assistente e coordenador de vídeos.
Espera-se que com esta folha de serviço e com o apoio dos seus colaboradores, já indicados, nomeadamente Mathias Eckhoff, adjunto com quem trabalhou na selecção da Nigéria, e o angolano Sérgio Cristóvão, seja capaz de concretizar os objectivos definidos durante o lapso de tempo de execução do contrato.
De resto, o tempo corre célere e é hora de colocar mãos ao trabalho para, citando o slogan de governação do Presidente da República, \"melhorar o que está bem e corrigir o que está mal\".

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