Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Cartas do Leitor

16 de Setembro, 2013
GABÍLIO CASTRO – Luanda
Palancas e o afastamento do CHAN-
Saudações ao colectivo do Jornal dos Desportos. Escrevo para o espaço dos leitores para manifestar a minha profunda tristeza pelo facto dos nossos Palancas terem ficado arredados de marcar presença no CHAN 2014. Após o empate no jogo da primeira-mão da última eliminatória contra Moçambique em Maputo, eu estava à espera que os nossos jogadores conseguissem dar a volta à desvantagem. Angola só precisava de vencer por 1-0 para conseguir a qualificação, mas o empate a um golo deitou tudo por terra. De facto, é triste que isso tenha acontecido em nossa casa, quando tínhamos tudo para contornar a desvantagem. Por norma, os jogos em casa devem ser para contornar resultados adversos, o que não aconteceu. Angola só deu cartas em África uma vez, quando em 2001 ganhou em Sub-20 o CAN na Etiópia, numa altura em que a selecção era comandada por Oliveira Gonçalves. De lá para cá pouco ou nada se fez em prol do desenvolvimento do nosso futebol, tão pouco nas camadas jovens, e assim o futuro do futebol nacional continua hipotecado. Importa agora rever políticas para que o quadro se inverta. Há pessoas optimistas que dizem que a selecção tem futuro. Ora, se tem futuro, era a partir de agora que deveria mostrar isso. rias dos nossos Palancas Negras nos proximos compromissos.


GASPAR FIRMINO -Luanda
O desempenho da Polícia-
Escrevo pela primeira vez para este espaço para manifestar a minha satisfação pelo trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela Polícia Nacional no concernente à imposição da ordem e tranquilidade nos campos de futebol, muito em particular nos chamados jogos grandes. No jogo Kabuscorp-1º de Agosto no passado sábado, no estádio da Cidadela, o ambiente vivido foi pacífico, com os adeptos das duas equipas a pautarem por um comportamento bastante digno e civilizado. É isto que nós precisamos no nosso futebol, nos nossos estádios. O “fair-play” deve substituir os actos de violência. Mais uma vez devemos atribuir aqui boa nota às forças da ordem, que souberam fazer o seu trabalho para que reinasse ordem no estádio. Na verdade, é quase comum nos jogos que envolvem equipas grandes haver algum receio de tumultos. Mas, com o excelente trabalho da Polícia Nacional, penso que já ultrapassámos isso. Assim é bom e o desporto sai a ganhar quando o público prima pelo civismo. Compreendo que, às vezes, os ânimos ficam exaltados por causa da má prestação da nossa equipa do coração, mas o desporto é isso mesmo: hoje ganhamos, mas amanhã podemos perder.


CHARLES DIAS – Luanda
ASA e a crítica situação
-Sou adepto do ASA e ando muito agastado com a actual situação directiva do clube. Pessoalmente, esperava que depois da excelente prestação da equipa de futebol no Girabola passado, no presente fosse possível voltar às glórias e quebrar o longo jejum que a equipa atravessa. Tudo apontava para aí, caso não houvesse a crise directiva. Recentemente, foi destituído o elenco de Manuela Oliveira, que havia sido eleito numa assembleia de sócios. Espero,

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