Jornal dos Desportos

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Opinio

Congoleses suplantam campanha dos angolanos

15 de Setembro, 2018
O TP Mazembe, formação que goza de certo prestígio no continente e não só, é um adversário que conquistou esta competição, em cinco ocasiões. Duas no decurso do modelo anterior, Taça dos Clubes Campeões, em 1967 e 1968, e três, nos moldes actuais, Liga dos Campeões, designadamente, em 2009, 2010 e 2015.
Pelo palmarés, todas as cautelas são necessárias para que o representante angolano não seja surpreendido no próprio reduto. Os congoleses, que prepararam esta eliminatória com certa antecedência, são ainda detentores de três Taças da Confederação Africana (1980, 2016 e 2017) e igual número de supertaças (2010,2011 e 2016).
Esta equipa é de certa forma, uma oponente de “grande peso”, que merece toda a atenção da formação do Rio Seco, que a nível das Afrotaças, o mínimo que conseguiu foi chegar à uma final, em 1999, na extinta Taça das Taças, que perdeu para os tunisinos do Esperance de Tunis.
Na formação do TP, sobressai o nome do médio ofensivo, Tresor Mputu Mabi, atleta que actuou no futebol nacional, na equipa do Kabuscorp do Palanca. Uma passagem polémica, existe até hoje um diferendo entre a formação angolana e a congolesa, situação que levou à retirada de seis pontos ao Kabuscorp, no recém terminado Girabola, por orientação da FIFA.
Na equipa congolesa estão outros jogadores, que também passaram pela turma “palanquina”, nomeadamente, o defesa Issama Mpeko e o guarda-redes Matampi.
O TP Mazembe passeou classe no grupo B, onde ficou em primeiro, com 12 pontos, fruto de três vitórias, três empates e nenhuma derrota. Em segundo lugar, posicionou-se o Etente Sétif, da Argélia, com oito pontos, lugares em que estão, igualmente, El Jadida de Marrocos e Mouloudia, da Argélia.

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