Jornal dos Desportos

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Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Os melhores de cada modalidade (I)

31 de Agosto, 2016
Os Jogos Paralímpicos do Rio 2016 têm 23 modalidades em disputa, divididas em 528 provas: 225 femininas, 265 masculinas e 38 mistas. Em acção, 4.350 atletas de 176 países, maior número da história do evento. Os números impressionam, e para facilitar a vida dos adeptos seleccionamos, os principais destaques de cada desporto, conheça os personagens principais dos Jogos.

São 177 provas que valem medalhas, entre corridas, saltos, lançamentos e arremessos, no Estádio Olímpico e no Forte de Copacabana.Terezinha Guilhermina (Brasil) – A velocista mineira está entre as maiores medalhistas do Brasil nos Jogos, com duas de ouro em Londres 2012 e uma em Pequim, 2008. Chegou a substituir o atletismo pela natação, por não possuir um par de ténis para correr, até ganhar um de presente, e voltar às pistas em 2000.

Petrúcio Ferreira (Brasil) – Grande aposta do Brasil, o potiguar de 19 anos é recordista mundial nos 200m da classe T47 (para atletas amputados de um dos braços, por altura do cotovelo) é considerado o “Neymar do atletismo brasileiro”.

BASQUETEBOL
No Rio 2016, 12 selecções masculinas e 10 femininas competem pelo pódio. Os jogos acontecem na arena Carioca 1 e na Arena Olímpica do Rio.
Mariska Beijer (Holanda) – Principal cestinha do Campeonato Europeu 2015, com média de 23,6 cestas por jogo. A Holanda acabou com a prata, mas vem para o Rio com fome de ouro. Em Londres 2012, a equipa levou o bronze, atrás da Alemanha (ouro) e da Austrália (prata).

BOCHA

Estreou nos Jogos Paralímpicos Nova York/Stoke Mandeville, 1984. Homens e mulheres competem juntos em sete provas, entre disputas individuais, em duplas e por equipas, que serão na Arena Carioca 2.
Dirceu Pinto (Brasil) – O paulista de 35 anos tem quatro medalhas paralímpicas, maior número no mundo da categoria. Todas as provas que participou do evento, conquistou o ouro, tanto individual como em dupla.

CANOAGEM VELOCIDADE
Atletas disputam a bordo de caiaques, seis provas que valem medalhas – três masculinas e três femininas, fazem o menor tempo possível, um trajecto de 200m em linha recta em águas calmas. A sede é o Estádio da Lagoa.

Markus Swoboda (Áustria) – Na estreia da canoagem nos Jogos Paralímpicos, o austríaco é um dos favoritos e domina as canoas desde a sua estreia internacional, em 2010. Tem seis ouros em Mundiais. Fenómeno da Canoagem Paralímpica sonha em atingir outro nível no Rio 2016.Ciclismo de estrada. Seja na prova de estrada ou de contra relógio, as curvas da cidade inspiram as disputas do ciclismo de estrada, no Pontal.Alex Zanardi (Itália) – Ex-piloto das Fórmulas 1 e Indy, o italiano perdeu as pernas num acidente na Indy e ressurgiu no ciclismo de estrada com dois ouros em Paralímpicos em Londres 2012. Ciclismo de pista.

No Velódromo Olímpico do Rio, atletas disputam 17 provas que valem medalhas, entre disputas individuais e por equipas mistas.Sarah Storey (Grã-Bretanha) – Uma das britânicas paralímpicas mais bem-sucedidas do seu país. Em Londres 2012, a ex-nadadora paralímpica levou quatro ouros nos quatro eventos de ciclismo em que participou, dois na pista e dois na estrada.Esgrima em cadeira de rodas. Serão 14 provas que valem medalhas, entre combates individuais e por equipas, na Arena da Juventude.Beatrice Vio (Itália) – Aos 18 anos, é campeã Mundial e Europeia, passou 2015 invicta. Aos 11 anos, enfrentou uma meningite, e uma infecção generalizada que a obrigou a ter antebraços e pernas amputados.
Jovane Guissone (Brasil) – O gaúcho de 33 anos começou a praticar em 2008, quatro anos depois de levar um tiro num assalto e perder o movimento das pernas. É uma das apostas de medalha do Brasil, depois de conquistar o ouro em Londres 2012.
Futebol de cinco. Na versão do desporto para deficientes visuais, regra que não se aplica ao guarda-redes. Oito selecções disputam o torneio masculino.
Futebol de 7: Oito selecções competem pelo pódio no torneio masculino, disputado por atletas com paralisia cerebral, no Estádio de Deodoro. Jan Francisco Brito da Costa (Brasil) – Vai para sua quarta edição de Jogos Paralímpicos e é considerado o melhor jogador da selecção brasileira. Dominou o Mundial de 2015 com três golos, levou o país a conquistar o bronze. Ainda ajudou o Brasil a ganhar o ouro nos Jogos Parapan-Americanos 2015

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