Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Recuo de Manuel Silva!

18 de Agosto, 2018
A honestidade é, seguramente, uma das virtudes que um ser humano deve preservar, independentemente das circunstâncias que a própria vida às vezes nos coloca.
Infelizmente, existem pessoas na nossa sociedade, que preferem atirar no lixo o respeito e, sobretudo, a admiração que ao longo dos tempos granjearam, fruto do excelente trabalho que têm desenvolvido.
Manuel Silva \"Gi\", antigo seleccionador nacional de basquetebol em seniores masculinos, hoje, nas vestes de técnico principal da selecção nacional masculina de Sub-18, foi protagonista de um filme, a todos os títulos reprovável.
Depois de ter dado como certa a sua retirada da Selecção Nacional, Manuel Silva \"Gi\" deu o dito, pelo não dito, tendo regressado aos trabalhos com o cinco nacional.
A equipa projecta o Campeonato Africano das Nações, vulgo Afrobasket, prova a decorrer de 24 do corrente a 2 de Setembro próximo, em Bamako, capital maliana.
\"Gi\" havia alegado falta de condições de trabalho (falta de água, lanches e subsídios de transporte para os petizes), aliado ao desaparecimento de seis passaportes, nas instalações da federação angolana da modalidade.
Até aí tudo bem. Agora, fazer crer que a notícia veiculada pelo Jornal dos Desportos na sua edição de quinta-feira, dia 16 do mês em curso, que, infelizmente, não saiu, devido a problemas técnicos, foi uma invenção do articulista desta casa, é de uma cobardia de quem não tem uma personalidade própria, capaz de mudar do dia para noite.
O Jornal dos Desportos, ao longo dos seus 24 anos de existência, sempre primou pelo rigor, isenção e, sobretudo, na veracidade dos factos, tendo conquistado o respeito dos seus estimados leitores.
E, como é evidente, nunca pretendemos, que os nossos estimados leitores se vejam confrontados com estas contra informações.
Quando não se tem coragem de assumir aquilo que dissemos, o melhor é ficar calado, até porque os nossos repórteres nunca colocaram uma pistola na cabeça de quem quer que seja, para arrancar uma determinada informação.
Comportamentos deste tipo, em nada ajudam o desenvolvimento da nossa modalidade, que, de um tempo a esta parte, está atirada a sua sorte, perante o olhar silencioso dos amantes da modalidade e, sobretudo, do Ministério da Juventude e Desportos.
A honestidade é, seguramente, uma das virtudes que um ser humano deve preservar, independentemente das circunstâncias que a própria vida às vezes nos coloca.
Infelizmente, existem pessoas na nossa sociedade, que preferem atirar no lixo o respeito e, sobretudo, a admiração que ao longo dos tempos granjearam, fruto do excelente trabalho que têm desenvolvido.
Manuel Silva \"Gi\", antigo seleccionador nacional de basquetebol em seniores masculinos, hoje, nas vestes de técnico principal da selecção nacional masculina de Sub-18, foi protagonista de um filme, a todos os títulos reprovável.
Depois de ter dado como certa a sua retirada da Selecção Nacional, Manuel Silva \"Gi\" deu o dito, pelo não dito, tendo regressado aos trabalhos com o cinco nacional.
A equipa projecta o Campeonato Africano das Nações, vulgo Afrobasket, prova a decorrer de 24 do corrente a 2 de Setembro próximo, em Bamako, capital maliana.
\"Gi\" havia alegado falta de condições de trabalho (falta de água, lanches e subsídios de transporte para os petizes), aliado ao desaparecimento de seis passaportes, nas instalações da federação angolana da modalidade.
Até aí tudo bem. Agora, fazer crer que a notícia veiculada pelo Jornal dos Desportos na sua edição de quinta-feira, dia 16 do mês em curso, que, infelizmente, não saiu, devido a problemas técnicos, foi uma invenção do articulista desta casa, é de uma cobardia de quem não tem uma personalidade própria, capaz de mudar do dia para noite.
O Jornal dos Desportos, ao longo dos seus 24 anos de existência, sempre primou pelo rigor, isenção e, sobretudo, na veracidade dos factos, tendo conquistado o respeito dos seus estimados leitores.
E, como é evidente, nunca pretendemos, que os nossos estimados leitores se vejam confrontados com estas contra informações.
Quando não se tem coragem de assumir aquilo que dissemos, o melhor é ficar calado, até porque os nossos repórteres nunca colocaram uma pistola na cabeça de quem quer que seja, para arrancar uma determinada informação.
Comportamentos deste tipo, em nada ajudam o desenvolvimento da nossa modalidade, que, de um tempo a esta parte, está atirada a sua sorte, perante o olhar silencioso dos amantes da modalidade e, sobretudo, do Ministério da Juventude e Desportos.
Melo Clemente

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