Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio
por Paulo Caculo | Moscovo

Um estdio parte chamado Fan Zone

12 de Julho, 2018
A febre dos “Fan Zone” tomou conta do Mundial da Rússia numa dimensão espantosa. É verdade. O fenómeno está a ser um autêntico sucesso no país do Campeonato do Mundo. O local atrai milhares de adeptos de todo o mundo e arrisca-se a ficar registado na história deste Mundial como a prova clara dos níveis de organização que tem dominado a competição.
É uma espécie de estádios à parte e a céu a aberto, que se enche de adeptos e proporciona momentos de êxtase, semelhantes aos vividos no interior dos grandes estádios, com a multidão a vibrar a cada jogada, drible e golo como se próximo dos jogadores e do relvado estivessem.
Tem sido uma experiência única para quem, como é o meu caso, vive a cobertura deste Mundial da Rússia próximo dos adeptos, mas sobretudo para quem assumiu o compromisso sério de apoiar a sua selecção do coração, o seu país, a sua nação.
As telas gigantescas proporcionam aos adeptos a oportunidade de viverem um autêntico espectáculo fora das quatro linhas e longe das infra-estruturas da competição. E têm, ainda, a vantagem de, paralelamente aos jogos, poderem assistir a momentos de música ao vivo e deliciarem da boa cerveja e comerem do bom queijo ou chouriço russo!
Só em Moscovo, consta que foram implantamos 40 “Fan Zone”, espalhados entre Shoping’s e praças públicas. É a solução encontrada pela organização do Mundial para proporcionar aos adeptos sem bilhetes para estarem nos estádios, uma ocasião para não perderem os jogos do campeonato.
Será assim até aos próximos restantes três dias de competição. Com à final às portas, esperam-se por dias de muita emoção, espectáculo e diversão nas onze cidades da Rússia, ainda que distantes dos relvados, os adeptos possam viver a partir dos locais em que se encontrarem, todas as jogadas e os golos em imagens gigantes projectadas pelas gigantescas telas nos famosos “Fan Zone”. Bem haja!

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