Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

1 de Agosto e sua tribo

15 de Março, 2016
Na boca da "tribo agostina" - sobretudo adeptos e sócios - olhando para o desempenho das equipas que estão a competir neste o Girabola ZAP onde a equipa está na liderança, mesmo sendo ainda cedo para aferir, fazem transparece conversa de que este é o ano do 1º de Agosto na conquista do campeonato. Sem tirar, nem pôr, como se diz, afiançam o facto de que a formação está com tudo e todos para desta vez chamar a si o título depois de longos ano sem voltar a lograr tal feito, tal mérito.

Fundamentam que a equipa fez investimentos de monta na aquisção de jogadores, na atribuição de altas responsabilidades à equipa técnica, na aposta e investimento em todo o "balneário" do plantel desta época, que a direcção do clube militar, liderada pelo General Carlos Hendrick, ele própio ansioso em não sair deste último ano da sua gestão de mãos a abanar no que ao título de futebol diz respeito.

Esta cobrança é recorrente e normal, bem vistas as coisas. No ano de 2014, quando sob a sua direcção, o 1º de Agosto abriu mãos para desembolsar a quantia de quinhentos mil euros pela contratação do angolano Mateus Galiano que jogava em Portugal, na equipa do Nacional da Madeira, sonho que tornou-se miragem.

No ano de 2015, na época passada, a equipa apostou capital em todos os sentidos para dar luta a todos os conorrentes e só por pouco mesmo viu o actual campeão Libolo a conquistar o campeonato, deixando algo frustrado quem dirige e quem tem o 1º de Agosto no coração.

É legitomo que assim a aspiração seja a mesma este ano, porque - embora a equipa ainda não se tenha cruzado com outros grandes do campeonato - dizem os adeptos e sócios que o 1º de Agosto está dar a ver um conjunto que até “superavit” para sustentar, jogo a jogo, jornada a jornada, estas outras equipas.

Sustentam que o poder e força que já granjeou a equipa militar dão ousadia de não esconder o discurso de vitórias, de triunfos e é sito que estão a ser exterior que, por isso, por aquilo que o 1º de Agosto fez, a pressão está mais do lado dos seus concorrentes. Mas também é logica a interogação de quem não morre de amor pelo 1º de Agosto, nestes termos: o 1º de Agosto tem capital humano, e logicamente financeiro, para os seus adeptos e síocios falarem alto como falam nessa abordagem inicial do campeonato?

Porque , neste início de campeonato, individualmente falando, os craques sonantes que ostenta, estão a dar nas vistas, vendo-se como estão a jogar Papel, Gelson, Geraldo e outros tocadores de piano da equipa militar, faz sentido cantar já vitória, como se o título fosse favas contadas?Não podemos tirar partido, dando certeza a esta amoção inicial.

O melhor é agurdar até ao fim. Porque já houve época em que o 1º de Agosto que já chegou a ter um orçamentou de 107, 8 milhões de kwanzas (1,4 milhões de dólares) para o Girabola, Taça de Angola e Afrotaças, sem subir ao pódio nos últimos dea anos.

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