Jornal dos Desportos

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Opinio

A crena de Cruz

07 de Janeiro, 2019
A escassos dias do arranque da 26ª edição do Campeonato do Mundo de andebol sénior masculino, com palco na Alemanha e Dinamarca, o combinado nacional da categoria faz os últimos ensaios na Polónia tendo em vista a sua participação no certame.
A Selecção Nacional, às ordens de Filipe Cruz, integra o Grupo D da competição, com sede na capital dinamarquesa, Copenhaga, ao lado das similares da Hungria, Suécia, Argentina, Egipto e do Qatar, com que se estreia na próxima sexta-feira, dia 11.
Em entrevista concedida a este jornal, o seleccionador nacional mostrou-se convicto em poder surpreender estes adversários do primeiro turno desta elite do andebol mundial, que se estende até o dia 17.
Na sequência da sua campanha nesta maior cimeira do andebol, a nível mundial, o combinado angolano além do duelo de estreia, cruza no jogo subsequente com Hungria a 13 deste mês, na segunda jornada.
Depois seguem-se os desafios da terceira e quarta jornadas, frente a Suécia e Argentina, respectivamente nos dias 14 e 16, fechando o primeiro turno frente ao Egipto, outra das selecções africanas que se fará representar neste Campeonato do Mundo de andebol.
A crença de Filipe Cruz na conquista de bons resultados e de que efectivamente pode surpreender os adversários do Grupo D, no primeiro turno deste mundial, assenta-se nos argumentos e dinâmicas que o conjunto procura alcançar durante o estágio na Polónia.
O seleccionador nacional revela que a partir do trabalho levada a cabo neste micro-estágio na Polónia, onde o conjunto testou com equipas locais, casos KPR Gwardia, SPR Stal Mielec e voltando a fazê-lo hoje diante do HC Banik Karvina, é possível aquilatar as reais capacidades do «sete nacional». Não obstante isso, não se pode aqui descurar o facto de treino ser uma coisa e jogo como tal, outra.
O técnico Filipe Cruz está, ainda, convicto de que a partir da preparação levada a cabo desde a semana finda em terras polacas e que encerra amanhã, é possível tirar as devidas ilações do trabalho realizado e “corrigir o que está mal”, um slogan que nos últimos tempos faz mossa entre os angolanos.
Todavia, é importante que a equipa nacional de andebol tenta fazer da excelência uma divisa nesta sua quarta presença num Campeonato do Mundo, depois das participações em 2005, na Tunísia; 2015, Qatar; e 2017, em França, onde não conseguiu evitar cauda.
Resta, por ora, esperar pelo tiro de largada desta competição que se disputa de 10 a 27 do corrente mês na partilha organizativa entre a Alemanha e Dinamarca, em que o combinado nacional estreia-se como já se disse atrás na sexta-feira, dia 11, diante da congénere do Qatar. A ver vamos!!!...

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