Jornal dos Desportos

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Opinio

A vez da Taa

20 de Setembro, 2017
Sem nada ainda decidido, no que concerne ao campeão do Girabola, a faltarem quatro jornadas para o fim da competição, a Taça de Angola volta a entrar em cena, no fim-de-semana.

As emoções no futebol voltam a marcar presença, desta vez, para uma prova mais abrangente a clubes que mesmo sem desfilarem no Campeonato Nacional, têm muitas vezes, a oportunidade de desfilar ao lado de equipas consideradas de primeiro plano, e que evoluem na competição mais disputada do país.

A Taça de Angola é uma prova sujeita a eventuais surpresas. Amiúde, formações do topo, caem diante de conjuntos de menor valia. Na fase anterior, o 1º de Agosto, por exemplo, teve de aplicar-se a fundo para ultrapassar o representante do Cunene, que a jogar diante do seu público, jogou descomplexado, sem receios do valor do campeão do Girabola.

Nos oitavos -de -final, que se disputam no sábado e domingo, e até ao correr das cortinas, a competição é jogada a duas mãos, de acordo com os regulamentos da Federação Angolana da modalidade, e nessa situação, é crível que os conjuntos do principal escalão do futebol nacional confirmem o favoritismo, com maior ou menos dificuldade.

Deve ser o caso do Kabuscorp do Palanca, que defronta o Domant do Bengo, no único jogo em que vão estar duas formações de escalões diferentes, embora, a turma do Bengo tenha ascendido de novo ao Girabola, através do torneio de apuramento.

Os encontros entre o 1º de Agosto e Académica do Lobito, assim como a deslocação do Petro de Luanda ao encontro do JGM do Huambo, não deixam de ter o seu interesse, o mesmo se diz do Progresso do Sambizanga, finalista vencido da última edição, que no Estádio Mártires de Canhala, defronta o Recreativo da Caála.

A Taça de Angola, é a segunda prova, de onde sai o representante angolano na Taça da Confederação, e algumas das equipas em prova podem vê-la como uma competição que pode salvar a época, impossibilitadas de lutarem pelo título do Girabola, em que a luta quase se resume ao Petro de Luanda e ao 1º de Agosto, com outras equipas fora da carruagem dos candidatos, tais como o Recreativo do Libolo e o Kabuscorp do Palanca.

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