Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Balano positivo

03 de Agosto, 2017
São a todos os títulos animadoras as notícias que nos chegam da China, onde a pré-selecção de basquetebol sénior masculina realiza o seu estágio, com vista à participação em Setembro no Campeonato Africano das Nações, Afrobasket\'2017, que vai ser co-organizado pelo Senegal e pela Tunísia.

Na China, os pupilos de Manuel Silva \"Gi\" saíram vitoriosos, no primeiro torneio internacional, que integrou as selecções, anfitriã, Nova Zelândia e da Lituânia, todas com boas referências no panorama basquetebolistica, que leva a concluir que a equipa está a aproveitar convenientemente a preparação, eleva em face disto os níveis de crescimento e produtividade.

Apesar da equipa ter averbado uma derrota diante da Nova Zelândia, ainda assim impôs-se e terminou em primeiro lugar, numa clara demonstração do seu potencial competitivo, como quem diz que apesar de ser destronada na última edição da prova continental, no entanto, não perdeu o estatuto que a caracteriza, tampouco a grandeza competitiva.

A partir de ontem, o grupo entrou para outra fase da preparação,quecompreende igualmente a disputa de outro torneio internacional, com as mesmas equipas. Depois do feito alcançado, entra naturalmente para a parte do estágio com o astral elevado, embora não se coloque muito em causa a questão competitiva, na sequência da realização destes jogos.

Contudo, entendemos que é a fase crucial, aquela em que a equipa técnica deve investir mais, onde também os atletas devem revelar mais eficácia. Não só porque vai consistir na correcção de algumas debilidades que possam ser notórias, como é a que deve definir a equipa base, com a exclusão dos menos produtivos.

Oxalá, tudo corra como perspectivado, e a equipa ganhe capital competitivo que permita efectuar um campeonato tranquilo, e mais do que isso, resultados que levem à conquista dos objectivos definidos para a edição deste ano, que como todos sabemos, consiste no resgate do título perdido na edição passada, a favor da Nigéria.
É consabido, que as outras selecções também desenvolvem aturado trabalho, visando o mesmo objectivo. A atenção da formação nacional deve estar voltada para o que urge desenvolver em termos de trabalho, para que se alcancem os níveis de entrosamento necessários.

Pelo menos, até aqui, o balanço é extremamente positivo. Que continue a equipa com a mesma dedicação e sejam criadas as bases que permitam Angola reaver nos palcos de Dakar e de Tunis, o prestígio no basquetebol africano, pois, é só a mais titulada entre todas as outras nações.

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