Jornal dos Desportos

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Opinio

Boa impresso

28 de Fevereiro, 2014
Nesta primeira avaliação, os dirigentes do organismo reitor do basquetebol africano ficaram impressionados sobretudo com a imponência do Pavilhão Multiusos de Luanda, próximo da centralidade do Kilamba, construído o ano passado por ocasião da realização em Angola do primeiro Campeonato do Mundo de hóquei em patins em África.

Daquilo que viram e das explicações que ouviram dos responsáveis da Federação Angolana de Basquetebol, os membros da FIBA-África mostraram-se impressionados. A delegação, que teve à testa Julian Farran, membro da comissão técnica de competições, deu nota positiva ao novo pavilhão, considerando-o uma infra-estrutura “supermoderna e apta para acolher eventos internacionais”.

Além de percorrer as instalações desportivas da capital, a visita deslocou-se a uma das unidades hoteleiras e no final houve o encontro da praxe com a direcção da FAB. Embora não tenha transpirado nada para a imprensa, analistas da modalidade acreditam que a pretensão de Angola tem tudo para ser concretizada, atendendo à tradição que o país já leva no capítulo organizativo, com a realização de três edições do Afrobasket, em 1989, 1999 e 2007.

Á ultima vez que o país acolheu o maior evento africano de basquetebol, em 2007, fê-lo de modo singular, ao levar a prova a quatro cidades-sede, Luanda, Benguela, Huambo e Cabinda, tendo recebido na altura muitos elogios do "bureau" da FIBA-África. Com base nas experiências anteriores e tendo em conta o alto nível de organização que sempre demonstrou, é quase impossível pensar numa decisão que não aponte Angola como favorita.

A visita devia contar com a presença do secretário-geral do organismo reitor da modalidade no continente, o tunisino Alphonse Billé, que chefiaria a delegação, mas este por razões de calendário apenas vai estar presente na próxima visita, marcada para o próximo mês de Março, altura em que as autoridades angolanas podem receber o relatório desta primeira visita de inspecção.

Além dos três novos pavilhões erguidos em Luanda, Namibe e Malanje, por ocasião do Mundial de hóquei em patins, o país conta com outras infra-estruturas desportivas e de apoio para acolher uma vez mais a maior festa do basquetebol continental. Até 2015 há tempo suficiente para a FAB fazer todo trabalho de casa a fim de que a candidatura do país seja uma realidade.

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