Jornal dos Desportos

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Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Cidades do hquei

24 de Agosto, 2013
Quem andar por Luanda e Namibe verá que os seus governos desenvolvem esforços no sentido de emprestar outro rosto às suas cidades. Há, na verdade, toda a necessidade de melhorar em tudo, por forma a que os que nos vierem visitar se sintam bem durante os dias de sua estadia.

O governo provincial do Namibe foi o primeiro a desencadear, através do comité local do Comissão organizadora da prova, uma estratégia de embelezamento à cidade. Edifícios recebem nova pintura, as ruas assim como os locais de interesse turístico conheceram um outro toque de embelezamento.

A campanha visa dar uma nova imagem à cidade capital da província da rara Welwitcha Mirabilis, de modo a criar encanto aqueles que ao país aportarem em Setembro próximo. Uns para apoiar as respectivas selecções, outros com outras incumbências relacionadas à vida desportiva.

Mas em Luanda está igualmente a ser desenvolvido um trabalho semelhante. Várias associações juvenis e religiosas dão corpo a campanhas de limpeza e embelezamento dos principais centros urbanos, desenvolvendo igualmente campanhas de sensibilização populacional no sentido de melhor cuidar os bens públicos.

À partida, sabe-se que campanhas do género só são possíveis envolvendo várias partes. Ou seja, empresas públicas e privadas, pessoas colectivas e singulares, igrejas etc, etc. É um compromisso que não deve ser tomado como responsabilidade única e exclusiva dos governos provinciais.

E mais do que uma simples campanha de embelezamento à cidade ou às cidades, esta campanha pode também ter um cunho publicitário ou de sensibilização populacional.

Pois, pese embora todo o trabalho de marketing que está a ser levado a cabo pela comissão de organização, muitas são as pessoas ainda desinformadas sobre o evento, capazes de despertar em função das transformações que forem assistindo nas suas cidades.

Os ganhos do Campeonato do mundo que o país acolhe, e o primeiro a disputar-se no continente africano, são muitos. Desengane-se, pois, quem pensa que estes se resumem aos pavilhões construídos de raiz ou. As nossas cidades também sairão a ganhar. Porque se todos nos preocuparmos com este aspecto, só estaremos a fazer as honras de casa, enquanto anfitriões e donos da festa…

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