Jornal dos Desportos

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Opinio

Compromisso dos Palancas

16 de Março, 2016
Os Palancas Negras voltam ao trabalho na próxima semana para dar corpo à preparação do jogo do próximo dia 26 de Março com a sua congénere da RDC. O desafio conta para a terceira jornada do Grupo B qualificativo ao CAN'2017, com sede no Gabão. O seleccionador nacional chamou na semana passada os atletas para esta empreitada.

Pensamos tratar-se de um grupo que não foge àquele que esteve no CHAN, apetrechado com os que actuam no estrangeiro. Portanto, não pode haver motivos para contestar as escolhas, mais a mais porque o seleccionador tem a liberdade de fazer as suas, sendo alguém que no quadro das suas obrigações profissionais acompanha de perto a evolução do campeonato nacional, assim como a evolução individual de algumas unidades que representam os emblemas estrangeiros.

O que se exige agora é que haja um aproveitamento integral do tempo que nos separa do dia 26, para um trabalho de preparação eficaz e responsável, em que José Kilamba trabalhe a componente física e técnica dos jogadores de modos que se apresentem na forma ideal e à altura das obrigações do jogo, sendo que o Congo Democrático joga em casa e já vai adiantado na preparação.

Quanto a isso pode não haver muita preocupação, sabe-se que as equipas já se conhecem perfeitamente dos confrontos directos que realizaram nos últimos tempos, embora seja sempre importante rever os esquemas ou introduzir algumas inovações no modelo de jogo. Estamos certos que o grupo tem ambição e vai em face disso procurar argumentos suficientes para fazer um resultado que não comprometa as suas aspirações.

Aliás, em função da posição classificativa que concorre para a elevação da motivação, a selecção não deve revelar-se perdulária ou permissiva. Todos os jogos, independentemente do valor do adversário, têm de ser encarados com maior responsabilidade. É certo que em Kishansa as coisas não serão fáceis.

Marcar presença no CAN'2017 depois da ausência na última edição, é quase uma obrigação fazer o possível e o impossível para não deixar escapar a qualificação. É certo que o trabalho devia ter começado mais cedo, mas também há que perceber que com os jogadores comprometidos com as suas equipas e disputam o campeonato nacional da primeira divisão resta ao seleccionador nacional pouco espaço de manobra.

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