Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Dia de reflexo

16 de Dezembro, 2016
Candidatos e votantes observam hoje um dia reflexão antes do pleito eleitoral da FAF marcado para o dia de amanhã, com três concorrentes na corrida para o cadeirão federativo.

Todos eles conhecem os cantos da casa, pois por lá já passaram como vice-presidentes, e o desejo que os anima é de irem a voto para mudar os rumos do futebol nacional, com resultados pouco visíveis nos últimos tempos, particularmente no que à Selecção Nacional diz respeito.

Artur Almeida e Silva, lista A, José Luís Prata, lista B e Osvaldo Saturnino de Oliveira, lista C, são as figuras que depois de uma intensa campanha eleitoral, observam hoje um merecido repouso, antes de serem submetidos ao crivo dos eleitores.

A Comissão Eleitoral, presidida por Raimundo Ricardo, garante prontidão para o acto, ao mesmo tempo que revela que a população votante será passada a pente fino antes das eleições, dado que muitos clubes não reúnem condições para poderem votar, o que em certa medida vai penalizar os candidatos que junto de si fizeram campanha e que contavam com o seu voto para chegar à vitória.

Em entrevista ao Jornal dos Desportos e em jeito de balanço realizado pela Comissão Eleitoral, Raimundo Ricardo falou em algumas inquietações, e fez questão de referir que o número total de votantes sofrerá alterações.

Ontem, última dia de campanha, enquanto Almeida e Prata esgrimiam os seus argumentos num programa radiofónico, o candidato da lista C preferiu rumar para outros paragens.

Passar a sua mensagem no último dia era importante para Osvaldo Saturnino, Jesus, uma vez que como último candidato a manifestar a sua pretensão de concorrer ao cadeirão máximo da FAF, conseguir convencer o eleitoral era importante em qualquer momento.

As eleições na FAF são, seguramente, marcar um novo momento para a modalidade. Qualquer que seja o resultados destas eleições, o importante é que os homens do futebol tenham a coragem e persistência para colocar em primeiro lugar os interesses do futebol, e que os programas escolhidos pelos eleitores satisfaçam os anseios de todos aqueles que aguardam por tempos novos na modalidade.

O futebol deve encontrar o seu lugar ao nível do continente, e o país deve começar a ser visto com outros olhos pelas nações de futebol. A aposta na formação, uma ideia defendida pelos três candidatos, deve estar presente no trabalho diário do próximo elenco federativo, pois só com isso o salto qualitativo que pretendemos para o futebol nacional poderá acontecer.

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