Jornal dos Desportos

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Opinião

Disputa no topo

19 de Março, 2017
Depois do Kabuscorp estar à frente, à saída da jornada seis, em que bateu o Petro de Luanda, a liderança pode voltar às mãos da formação militar, caso esta vença hoje, no Dundo, o Sagrada Esperança, jogo a contar para a sétima jornada. Trata-se de um jogo que se reveste de extrema importância para Dragan Jovic e seus pupilos.

Afinal, dada a passada das equipas, neste início de campeonato, todas as oportunidades são para aproveitar ao limite, e limitar a margem de erro para manter vivas as aspirações. Aliás, regra comum, quem melhor aproveita no começo da prova, termina sempre melhor, já que não se submete à pressão de outras equipas que correm atrás da pontuação.

Estamos expectantes que outras equipas, sobretudo, as que se assumem como candidatas ao título entrem na corrida, de modo a que se confira ao torneio mais competitividade e consequentemente mais interesse. A luta não pode resumir-se a duas equipas, sobretudo, neste início de torneio. O cenário é admissível, lá mais para frente, quando as coisas começar a tomar definições.

A verdade, é que nem o Interclube, nem o Recreativo do Libolo, deram ainda o ar da sua graça. Quanto à turma da Polícia, a situação tem a ver com um arranque não muito prometedor, já vai com duas derrotas, e no que se refere à turma do Cuanza Sul, pode-se dizer que a inserção nas competições africanas de clubes tem de algum modo atrapalhado a sua campanha na prova doméstica.

E, o Petro de Luanda? O Petro ficou grandemente prejudicado com a derrota de sexta-feira, diante do Kabuscorp do Palanca. Todavia, não perdeu o comboio, é uma equipa com vigor e determinação suficiente para recuperar as posições perdidas, e voltar a estar entre as equipas da linha da frente. Diga-se de passagem, o começo do campeonato está interessante e recomenda-se.

Aliás, todos esperam que esta edição venha a superar a anterior, em termos de disputa e competitividade. Que venha a ser marcada por uma luta acérrima, até às últimas jornadas. Afinal, o que valoriza qualquer competição não é senão o nível de disputa, o que só é possível com equipas determinadas na consumação dos seus objectivos.

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