Jornal dos Desportos

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Opinio

Escolha de tcnico

20 de Março, 2016
O presidente da Federação Angolana de Andebol disse que os aludidos técnicos são os que mais chances têm, porém, Vivaldo Eduardo e Edgar Neto já estiveram no comando das campeãs africanas como treinadores principal e adjunto, respectivamente, pelo que é muito mais provável que a escolha recaia no actual timoneiro da Selecção Nacional sénior masculina e da equipa feminina do 1º de Agosto, Filipe Cruz.

À excepção de Vivaldo Eduardo, os outros dois já se manifestaram publicamente disponíveis a abraçar o desafio caso este seja desejo da direcção de Pedro Godinho. Qualquer deles referiram ser uma honra treinar a Selecção Nacional e um desafio para as suas carreiras.

Depois do país ter perdido a disputa do último título africano para a Tunísia, o desafio passa pelo regresso ao pódio máximo, ou seja, a reconquista do campeonato continental. Por aquilo que fez com os masculinos, colocou-os de volta a um Campeonato do Mundo, é inegável que o técnico Filipe Cruz assume o favoritismo nesta possível sucessão prestes a acontecer no comando técnico da selecção feminina.

Sem demérito para qualquer um dos outros dois treinadores, a competência demonstrada pelo técnico militar na selecção masculina pode ser aproveitada para insuflar às "meninas de ouro" ar renovado para os desafios que se avizinham.

Espera-se que a Federação com a identificação dos potenciais candidatos não leve muito tempo para definir por um deles, pois como se diz o tempo é dinheiro e quem for escolhido vai precisar desse recurso não renovável para esboçar o seu plano de trabalho e adaptar o grupo que tiver à disposição da sua filosofia.

Além disso, é necessário que a Federação crie condições para que o novo seleccionador desenvolva o trabalho sem quaisquer constrangimentos. Aliás, sendo o resgate do título africano o alvo principal para quem assumir o desafio, é lícito esperar que tenha à disposição tudo o que possa facilitar a empreitada.

Quem quer que venha a ser nomeado seleccionador nacional deve trabalhar em colaboração com os técnicos dos clubes, pois são estes que no dia a dia lidam com as atletas e conhecem melhor os seus atributos competitivos.

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