Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Faltam dois degraus

30 de Agosto, 2013
Três degraus foram já escalados com o êxito do “Cinco” nacional, na fase preliminar, os oitavos-de final e os quartos-de-final”, nas fases em que, com maior ou menor dificuldade, os pupilos de Paulo Macedo souberam encontrar o caminho que os levasse a estar próximos do resgaste do título.

Para atingirmos o último degrau, teremos de ultrapassar um obstáculo bem mais difícil que os anteriores, como a selecção da Costa do Marfim, que, a jogar em casa e diante do seu público, tudo vai fazer para estar na final.

Angola tem capacidade para contrariar o objectivo dos marfinenses. A selecção tem de ser forte como foi diante do Marrocos, considerado por muitos como o melhor jogo da equipa nacional. Tem de pressionar, ser forte defensivamente, no fundo a essência do basquete nacional, e ter um maior controlo da bola e partir para o contra-ataque com lucidez.

Se os pupilos de Paulo Macedo souberem interiorizar todos estes aspectos, muito dificilmente a Costa do Marfim terá argumentos para os suster, mesmo a jogar diante do seu público.

Ciente das dificuldades que irá encontrar diante de um adversário que, depois de afastar os Camarões, pensa seriamente no passe para a desejada final, a selecção nacional terá de soltar-se por completo e reduzir ao mínimo os erros visíveis nos jogos anteriores, principalmente os defensivos.

Temos de anular as investidas dos marfinenses nos primeiros dez minutos, período em que vão procurar, com o apoio do seu público, manter a força do nosso jogo. É aqui que chamamos a atenção para os níveis de concentração. É um factor preponderante para nos mantermos calmos e que será necessário para podermos ultrapassar a pressão que virá das bancadas.

Os progressos são visíveis na equipa nacional, desde a primeira fase. O rendimento demonstrado diante de Marrocos fala por si. Demos uma ideia do que somos capazes e foi um alerta para os próximos adversários, que daqui para a frente vão olhar para nós de forma diferente.

Só um pode chegar à final. A Selecção Nacional, que hoje poderá já contar com o apoio dos excursionistas, terá de concentrar-se neste desejo partilhado por todos os angolanos. Terá de encontrar forças para superar todas as contrariedades e acreditar que é possível chegar à final. O povo angolano acredita.

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