Jornal dos Desportos

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Opinio

Fase a doer inicia hoje

26 de Agosto, 2013
Começa hoje a fase das decisões do Afrobasket, que tem como capital a cidade de Abidjan. A hora é de aferir melhor a capacidade competitiva de cada uma, assim como as suas possibilidades de chegarem ao pódio. É também a fase mais esperada da competição devido às emoções que carrega. Jogos aliciantes marcam esta fase do perdeu…fora.E com os jogos a eliminar, a expectativa e as emoções são ainda maiores. Angola, depois do produzido na primeira fase, tem de mudar de atitude. O mais importante foi alcançado: vencer.

O importante agora é encontrar o antídoto para que não se cometam os erros da fase anterior. Deve haver uma maior intervenção da parte de Paulo Macedo de modo a melhorarmos o nosso jogo ofensivo e evitar o pior. O jogo de sábado, com da República Centro Africana, já faz parte do passado.Foi um pesadelo, não há dúvidas. Contudo, não há duas partidas iguais. E hoje é tudo diferente. O “Cinco” Nacional vai aparecer mais motivado e disposto a realizar um jogo completamente diferente. Os índices de motivação estão em alta, depois de trabalho psicológico realizado pela equipa técnica, momentos depois do jogo contra a RCA e nas horas que antecedem o jogo que vai definir a sua presença nos “quartos”. Foram analisados todos os erros e os jogadores estão dispostos a fazerem uma actuação mais condizente, que vá ao encontro do estatuto que detém no Continente.

É um dado adquirido que, com maior ou menos dificuldade, vamos ganhar hoje. Contudo, era imperioso estabelecer-se um objectivo: o de não sofrermos mais de 65 pontos. Tudo porque nos quartos-de-final vamos jogar contra adversários de maior quilate. A Costa do Marfim, a Argélia e mesmo o Marrocos, são adversários extremamente difíceis. Angola luta pela conquista do título perdido em 2011, no Madagáscar. E sabe, por experiência própria, que não pode facilitar. Com força, vontade e espírito de entreajuda, tem de jogar para se exibir ao mais alto nível.

Basta ver o ranking da FIBA para perceber que estamos acima de qualquer uma das selecções presentes em Abidjan. No entanto, é necessário estar ciente de uma coisa: ser favorito não significa que a presença nos “quartos” esteja garantida. É imperioso provar em campo que somos os melhores.O grande momento da competição chegou, o de jornada a jornada a prova ficar com menos participantes. Nos “quartos” só há lugar para um. Daqui para frente quem perder regressa de imediato a casa. E este não é o objectivo do “Cinco” Nacional, que tem de deixar pelo caminho o adversário para continuar a sonhar com o resgate do título perdido há dois anos.

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