Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Justo reconhecimento

22 de Setembro, 2013
Com uma cerimónia de abertura a condizer com a dimensão da competição, melhor não poderia ter acontecido. O público correspondeu ao apelo para lotar o pavilhão, acorreu em massa para assistir ao espectáculo que o dia prometia e, de certeza, não saiu defraudado. Brilho, luz, cor, alegria e muita animação marcaram os momentos que antecederam o arranque do jogo inaugural.

Mas, o início da festa do hóquei mundial em Angola, não poderia ter começado sem o merecido reconhecimento a uma figura que tem feito muito pelo desporto angolano. Nos discursos proferidos, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, foi referenciado como o grande obreiro da vinda deste mundial para o país e, concomitantemente, para o continente africano pela primeira vez.

Tanto o presidente da Federação Angolana de Patinagem como o seu homólogo da Federação Internacional de Roller Sport, Sabatino Aracu, foram unânimes em destacar o preponderante papel que jogou o Presidente da República com a sua intervenção pessoal no processo de organização para que o 41º Campeonato do Mundo de hóquei em patins fosse hoje uma realidade.
Com isso, as instituições ligadas à modalidade prestam um justo reconhecimento a um homem que tudo tem feito para o desenvolvimento do desporto no país, não só mandatando e orientando como dando exemplo, participando directa e activamente de todo o processo. Fê-lo em relação à realização dos campeonatos africanos de basquetebol, andebol e futebol, e voltou a dar provas com o primeiro mundial que o país acolhe.

Em qualquer um dos magnos eventos, o país mobilizou enormes recursos financeiros para fazer das suas organizações um marco histórico. Foi assim com os últimos “africanos” de basquetebol e andebol, disputados em 2007 e 2008, com a construção de pavilhões multiusos em quatro províncias, e com o CAN-2010, até então a maior competição, com a edificação de quatro novos estádios de futebol.

Agora, para mundial de hóquei, as coisas não foram diferentes. Diferente é, sim, a forma como esta edição está a ser disputada, com a prova a decorrer pela primeira vez em duas sedes, Luanda e Namibe. Para o efeito, foram igualmente construídas novas infra-estruturas, ou seja, três pavilhões.

Por tudo isso e muito mais, foi justo o tributo prestado ao Presidente da República, merecidamente ovacionado em vários momentos pelo público, que quase lotou por completo o Pavilhão Multiusos de Luanda, a mais nova atracção dos recintos desportivos na capital do país.

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