Jornal dos Desportos

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Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Linha dos sete metros

19 de Novembro, 2013
A Selecção angolana de andebol sénior feminina seguiu ontem viagem para Hungria, onde vai cumprir a última etapa de preparação visando a presença, em Dezembro próximo, no campeonato do Mundo que de disputa na Sérvia. Entretanto, a selecção seguiu amputado, com a ausência de algumas unidades de grande valia que alegaram questões académicas.

Não seguiram com o grupo, a capitã Natália Bernardo, a guarda-redes Maria Pedro e a pivot Albertina Cassoma, para além de outras jogadoras a recuperarem de lesões. Mas, é nossa convicção que o seleccionador nacional, Vivaldo Eduardo, saberá encontrar alternativas para esta situação. Com efeito, o sete nacional espera reunir a maturidade competitiva suficiente para uma excelente prestação na prova.

Disputando-se o campeonato de seis a 22 de Dezembro, terá a equipa cerca de 15 dias a serem dedicados ao trabalho, tempo, na nossa óptica, suficiente para levá-la à conquista de um entrosamento aceitável e ajustado às exigências da prova e da meta estabelecida.Angola espera ter no campeonato do mundo uma prestação que não fuja muito àquilo que tem vindo a fazer ao longo das suas participações, procurando atingir, como é lógico, melhorias do ponto vista classificativo.

Sabe-se , desde já, que campeonato do mundo é muito mais exigente em relação ao campeonato africano, em que detém domínio absoluto.Mas estamos certos que a Federação Angolana de Andebol pretende, é fazer com que a equipa mantenha a sua expressividade competitiva. Continue a ser um digno representante do continente africano. Daí o investimento que fez na preparação da equipa e na criação de outros incentivos que poderão jogar papel determinante no rendimento das atletas.

Assim, Vivaldo Eduardo começa a definir a estratégia que vai permitir às angolanas conservar o orgulho de serem as papões do andebol no continente africano, mesmo apresentando-se na prova mundial com ambições modéstas em função da sua exigência e da capacidade competitiva dos intervenientes.

À partida, é sabido que tem o técnico um programa de preparação muito sério e convincente. A equipa para além dos micro-ciclos que deverá cumprir tem ainda agendados seis jogos de preparação, sendo três dos quais inseridos num torneio que serão bastante benéficos para aferir os níveis de confiança do grupo.O que Angola pretende, no essencial, é chegar à Sérvia e fazer valer a sua condição de campeã e super-potência da modalidade em África, E é ciente que isto passa por um trabalho sério e planificado que o grupo põe mãos à obra a partir de hoje

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