Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Mos obra

27 de Dezembro, 2013
Não estando desarticulada, já que acaba de participar no campeonato do mundo recentemente disputado na Sérvia, é improvável que o grupo tenha dificuldades de monta para atingir o nível desejado, aceitável e ajustado às exigências da prova e das ambições competitivas.

Angola não espera fazer diferente daquilo que tem estado a fazer ao longo das últimas edições. Ou seja, jogar sempre para a conquista do título africano, numa clara demonstração da vitalidade que vai pelo andebol do nosso país. Portanto, o objectivo é trabalhar forte e determinado para um único objectivo, que é a revalidação do título.

Aliás, faz tempo que o andebol feminino angolano anda na mó de cima, sendo que o objectivo não é senão manter este nível, este extenso rosário de glórias, embora saibamos que na competição vão estar outras selecções poderosas, cujos países têm investido fortemente na modalidade. Mas, quando há vontade e determinação não há como não lutar para superar os obstáculos.

Estamos certos que é objectivo da Federação Angolana de Andebol, da equipa técnica, das atletas e de todos os angolanos, voltar a ver as nossas pérolas a dar cartas e, mais uma vez, subirem de forma garbosa e honrosa ao pódio, erguendo o troféu aos céus. Para tanto, não pode haver poupança de esforços no trabalho. Há que arregaçar as mangas da camisa.

A equipa técnica começa a definir, assim, a estratégia que vai permitir aos angolanos conservar o orgulho de serem os papões do andebol continental na classe feminina, o que passa, necessariamente, pela conquista do título na edição que a Argélia, certamente, prepara com esmero.

À partida, a equipa técnica já tem esboçado o programa de preparação. A crer nas declarações do seleccionador nacional, em entrevista a este jornal, a selecção, além dos microciclos que vai cumprir nos próximos dias no país, tem ainda agendado um estágio pré-competitivo na Sérvia, onde permanece até 13 de Janeiro, devendo realizar quatro jogos de controlo com outras selecções, sendo uma delas a Argélia, anfitriã do “Africano”.

Trata-se de contactos úteis que vão ajudar na correcção de alguns aspectos importantes no processo de articulação do conjunto e daí ensaiar-se a mais eficaz estratégia para aquilo que é necessário fazer em campo.

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