Jornal dos Desportos

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Opinio

Melhorar os nveis

26 de Novembro, 2017
A Selecção Nacional de andebol sénior feminina, está a competir no torneio das quatro nações, em França, no âmbito do estágio pré-competitivo, com vista o Campeonato do Mundo da Alemanha, em Dezembro. A equipa às ordens do dinamarquês Morten Souback procura naquele país europeu, o ritmo para se apresentar ao mais alto nível no mundial.
Depois de cumprir outras etapas do estágio, primeiro, em Portugal em Vila Nova de Gaia, em Junho passado, testou com a Noruega, campeã europeia, depois em Paris para a 12ª edição do Torneio Internacional Razel-Bec, o “sete” nacional\" fecha a etapa derradeira de preparação, com a presença no torneio das quatro nações.
Trata-se da oportunidade para Morten Souback e seus colaboradores tirarem as ilações, antes de iniciar o “desfile” no mundial da Alemanha, cujo arranque está agendado para o dia 1 de Dezembro.
O combinado nacional às ordens do dinamarquês Morten Souback, que substituiu no cargo a Filipe Cruz, procura desde o arranque dos trabalhos incorporar um novo ADN, que se espera conferir mais poderio competitivo às também denominadas pérolas africanas.
Aliás, Morten Souback, cuja folha de serviço diz de quem se trata, foi contratado pela Federação Angolana de Andebol, precisamente, para elevar a qualidade da Selecção Nacional, de modos a que possa nos próximos tempos competir de igual com as mais cotadas selecções mundiais.
A presença no torneio das quatro nações, em Paris, serve para isso, pois, estão algumas das selecções que vão marcar presença no Campeonato do Mundo, e que podem cruzar o caminho de Angola. Nesta altura, os resultados não estão em causa, embora, se positivos funcionam sempre como catalisador moral das atletas.
A poucos dias do início da competição, os jogos que a selecção está a realizar nesta prova de antecâmara, podem dar indicadores claros ao seleccionador nacional, sobre a forma física, técnica e táctica, quer do ponto de vista colectivo e individual, das atletas do grupo de trabalho.
Dona e senhora do andebol feminino em África, a Selecção Nacional procura tudo fazer para reluzir também fora dos palcos africanos. Manter o percurso glorioso além das fronteiras africanas, é dos grandes objectivos, pois ao que parece pouco ou nada, tem mais a provar no continente berço.
Portanto, ainda que vencer seja sempre bom, nesta altura o importante é avaliar se a equipa está ou não a interiorizar a filosofia de trabalho do novo seleccionador nacional, cujo desafio é pôr Angola a discutir os lugares de prémios, nas provas em que esteja a competir. O campeonato do Mundo da Alemanha, vai ser por isso, o primeiro “teste de fogo” de Morten Souback.

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