Jornal dos Desportos

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Opinio

No bom caminho

02 de Dezembro, 2016
As embaixadoras de Angola à XXII edição da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos estão no caminho certo para subirem ao pódio da competição que decorre na cidade moçambicana de Maputo. Militares e polícias dão cartas e até ao momento estão invictas na prova.

Quer uma, quer outra equipa estão imbuídas do espírito de vitória, ou seja, alcançarem o pódio máximo para regressarem ao país com o título, embora ao fim das contas apenas uma terá este grato privilégio.

Apesar de estarem em grupos difíceis, as pupilas de Jaime Covilhã e Apolinário Paquete nem por isso viram cara à luta. Os técnicos reconhecem que a empreitada é difícil, mas também admitem ser possível concretizá-la, pois as suas equipas competem com o estatuto de campeã e vice-campeã da competição.

As declarações dos dois técnicos à imprensa dão a convicção de que o país está uma vez mais em campo para não deixar os seus créditos em mãos alheias. O facto de o país organizador ter duas equipas como anfitriães não inibe as angolanas de sonharem alto, ou seja, com a consagração em terreno alheio.

Por aquilo que fizeram até aqui, na primeira fase da prova, os prosélitos da modalidade têm fé de que o grupo de eleitas para concretizar o objectivo dá confiança. Pensa-se que com trabalho e espírito de abnegação é possível com maior ou menor dificuldade atingir a meta apontada quer pela direcção do 1º de Agosto, quer pela do Interclube.

Depois da boa prestação no ano passado, com o posicionamento nos lugares cimeiros do pódio, que lhes garante o estatuto de campeã e vice-campeã africana, as equipas angolanas não esperam outra coisa se não voltar a revalidar o título deste africano de clubes que há uma semana decorre na capital moçambicana.

Espera-se, pois, que depois da prestação irrepreensível na primeira fase, onde só acumularam vitórias, quer as militares, quer as polícias possam na fase do \"mata-mata\", ou seja, de eliminatória directa, manter os mesmos níveis e chegarem à última fase da competição de modo a decidirem, se possível, uma vez mais quem fica com o troféu de campeã africana de clubes.

A entrega, a voluntariedade e o espírito combativo devem persistir nos dois conjuntos, muito bem liderados tecnicamente e com jogadoras que já deram mostras de serem as mais competitivas do campeonato. A meta já esteve distante, agora está muito mais próxima.

Portanto, é altura de se redobrar a concentração e aumentar a ambição sem perder a humildade. O resto acontece naturalmente. Estamos convictos nesta conquista.

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