Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

O nmero 5.000

24 de Dezembro, 2018
O “Jornal dos Desportos”, título que par do diário “Jornal de Angola”, do semanário “Economia & Finanças, bem assim como dos quinzenários “Cultura, “Jornal Metropolitano de Luanda”, “Planalto” e “Ventos do Sul”, são controlados pela Edições Novembro, chega hoje a edição número 5.000. Inusitado ou não o facto, isto na medida em que cada um fazer o seu julgamento a respeito, a verdade, porém, é que este título é, hoje, uma referência no país, no concernente a abordagens sobre o desporto.
As últimas sondagens feitas colocam este título da Edições Novembro como o segundo mais lido do país, com um percentual de 11,9. O Jornal de Angola aparece a liderar as estatísticas com 23,5 por cento.
A 31 de Janeiro de 1994, quando saiu às bancas a primeira publicação do JD um emaranhado de projectos e ideias rodeavam a estratégia traçada pela direcção deste título. Nesse momento é o único jornal especializado em informação desportiva no país.
Até à fase do seu surgimento no mercado, em 1994, este órgão público de Comunicação Social contava apenas com o “Jornal de Angola”, um dos pilares da imprensa escrita no país. Tão logo chegou às bancas, o JD não precisou de muito tempo para se afirmar.
Resultou, porém, de com um projecto editorial iniciado por nomes de referência do jornalismo desportivo angolano, como os do malogrado Gil Tomás, António Ferreira “Aleluia”, actual director de Marketing, Fontes Pereira, Salas Neto e outros. O nome de Victor Silva, actual presidente do Conselho de Administração da Edições Novembro, não se dissocia do destes jornalistas que deram corpo ao projecto de lançamento do JD.
Foi o primeiro o director do título, cedendo depois o lugar a Policarpo da Rosa, em 1997, e este, por seu turno, a Matias Adriano, que se mantém em funções.
Portanto o JD chega a edição número 5.000, num momento particularmente difícil se atendermos ao facto de que por razões de força maior teve passar de diário para tri-semanário, sendo editados nos dias segunda, quinta-feira e sábados, respectivamente.
A sua história na imprensa angolana começa como um título semanário, passando depois para bi-semanário até atingir o estatuto de diário em Agosto de 2007, um feito até então consumado apenas pelo generalista “Jornal de Angola”. Hoje, porém, fruto do momento menos bom que o país enfrenta, derivado da presistente baixa do preço do petróleo no mercado mundial - não obstante algumas oscilações de subidas -, a direcção do título viu-se forçada a passar-lhe de diária a tri-semanário, faz algum tempo, ocorrendo, inclusivamente, casos em que passou também a bi-semanário.
Isso, porém, não inviabiliza a entrega dos profissionais deste título no que toca informação. E Fazem-no sob o manto de muito sacrifício, espinhos e não poupando, daí, esforços, para que o JD chegue regularmente às bancas para alegria do público. Enfim, chegar a edição número 5.000 é uma verdadeira obra. O resto vem por acréscimo...

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