Jornal dos Desportos

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Opinio

Opes de Vasiljevic

27 de Setembro, 2018
Concentrada desde a noite de domingo último, no Hotel Samba, em Luanda, a Selecção Nacional de Futebol de Honras deu já início a sua preparação, visando o duelo com a sua similar da Mauritânia a 12 de Outubro, com um grupo restrito de jogadores.
Para este jogo, referente a terceira ronda do Grupo I da fase de apuramento a 32ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2019, o técnico Srdjan Vasiljevic somente, na próxima semana, deverá contar com o grosso dos atletas convocados.
No início da preparação, segunda-feira, o sérvio contou apenas com Gerson, Job, Mira, Tó Carneiro, Vá, Herenilson, Agostinho e Danilson (Petro de Luanda), Aisson (Progresso do Sambizanga), Bráulio (Real Sambila), Mabululu, Vanilson, Moisés, Amor e Dala (1º de Agosto) e Rafa (Kabuscorp do Palanca).
O guarda-redes Gerson, a contas com uma lesão no ombro, acabou por ser dispensado pelo seleccionador nacional Srdjan Vasiljevic, abrindo, assim, a possibilidade de integração nos trabalhos de Ndulo, titular da baliza da Académica do Lobito.
Ainda no tocante a jogadores do emblema do “eixo-viário”, o defesa-central Wilson, em gozo de férias em Portugal, também só se junta ao grupo na próxima segunda-feira.
Já em relação ao guardião Landu, do Interclube, o nosso jornal apurou que apenas amanhã se junta aos companheiros, proveniente igualmente do exterior do país.
A recuperação física, a circulação de bola e o ensaio das acções ofensivas foram os aspectos dominantes deste início dos trabalhos, cuja convocatória do grosso dos atletas deve ser anunciada, oficialmente, segunda ou terça-feira.
Contudo, salta à vista na pré-convocatória, nomes de jogadores como Tó Carneiro, transferido este ano do Inteclube para o Petro de Luanda, bem assim como de Vá, ex-jogador do Leixões de Portugal, que também se mudou para os tricolores do “eixo-viário”, e que há muito tempo não têm ritmo competivo nas pernas.
O primeiro não era opção no Interclube, que até bem pouco tempo era orientado pelo português Paulo Torres, que agora vai dirigir o Kabuscorp do Palanca, o mesmo sucedendo com o segundo na equipa lusa, onde evolui ainda o angolano Chico Banza.
E pode-se julgar contrapuducente a chamada destes para os trabalhos dos Palancas Negras, se se atender o facto de que Ary Papel, que está nas mesmas condições que o segundo, não faz sequer parte dos trabalhos, mesmo depois da troca, por empréstimo, do Sporting de Portugal para o 1º de Agosto. Merece ainda destaque, nesse particular, o facto de os jogadores do 1º de Agosto, que vai defrontar a 2 de Outubro, o Esperance de Túnis, na primeira “mão” das meias-finais da Liga dos Campeões Africanos, em Luanda, que vão integrar aos trabalhos logo a seguir a realização deste mesmo jogo.
Por outro lado, os profissionais Gelson Dala e Buatu Jonathan (Rio Ave), Mateus Galiano (Boavista) e Chico Banza (Leixões), ambas equipas portuguesas, assim como Djalma Campos (Alanyaspor da Grécia) e Bastos Quissanga (Lázio de Itália), juntam-se apenas ao grupo quatro dias antes do jogo com a Mauritânia, ou seja a 8 de Outubro.


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