Jornal dos Desportos

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Opinio

Prolas esto na final

06 de Dezembro, 2016
A selecção nacional de andebol, sénior feminina, chegou à final do Campeonato Africano das Nações, após à vitória de ontem sobre os Camarões, jogo a contar para as meias-finais. Por aí pode dizer-se que Filipe Cruz e pupilas têm correspondido à medida do desejo da Federação Angolana de Andebol, que também augura de todos os angolanos o acompanhamento do desenrolar do torneio com redobrada expectativa.

Em obediência à verdade, deve dizer-se que desde o início da competição que Angola dá mostras do seu poderio, assim como o firme desejo de terminar sorridente, isto é, com o troféu na mão. O desempenho na quadra de jogo assim como a expressão dos resultados que está a produzir espelha claramente a sua expressão competitiva.

Aliás, em quase todos os jogos realizados até aqui, não cruzou o caminho das Pérolas um adversário que exigisse o aumento de velocidade. Com uma ou outra oposição, diga-se que venceu os jogos de maneira folgada. Esperava-se por um pouco mais equilíbrio nos números, o certo é que as angolanas sempre saíram a vencer com uma margem larga de golos.

Há, por tudo isso, motivo suficiente para acreditar no triunfo. Ou seja, no resgate da honra e da dignidade perdidas na edição passada, em favor da Tunísia. De resto, quem chega às meias -finais tem tudo para levantar o troféu, embora, tropeços de última hora sejam uma realidade quase incontornável no mundo desportivo. Angola não espera passar por nenhum tipo de dissabor neste torneio.

É certo que o outro finalista também tem objectivos. Pensa da mesma forma. Trabalha para o mesmo fim. Há um detalhe que joga, favoravelmente, para o combinado nacional. Angola fez a primeira fase num grupo de maior equilíbrio e em face disso afastou do caminho adversários tidos à partida com de primeira linha, no que toca aos candidatos ao ceptro. A isso, junta-se ainda o factor casa, que não deixa de ser determinante.

Há na nossa óptica, motivo quanto baste, para encomendar as faixas de campeão. A crença que desde o começo está a ser vincada, deve acompanhar a equipa nacional até ao fim. O mais difícil é o que foi feito até aqui. O resto, parecendo que não, pode ser mais fácil. É evidente que falamos de uma final que tem sempre as suas especificidades.

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