Jornal dos Desportos

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Opinio

Reconhecimento s angolanas

13 de Abril, 2017
A convocatória das andebolistas angolanas, Albertina Cassoma e Belinha, para integrar uma selecção do Mundo que em Junho defronta a Eslovénia, jogo a enquadrar nas jornadas comemorativas para saudar o andebol naquele país europeu, constituiu mais um reconhecimento do andebol nacional a nível internacional.

Angola é o país que mais trabalha na classe feminina, em África, e por via disso, tem coleccionado títulos continentais, tanto no que diz respeito às Selecções Nacional, particularmente, a sénior feminina, como ao nível de clubes, com o Petro de Luanda, o clube africano mais titulado, e nos últimos tempos, o 1º de Agosto.

O país marca presença, de forma regular, nos grandes palcos mundiais, Jogos Olímpicos, e Campeonatos do Mundo, com exibições que dignificam o continente, além de revelar o trabalho que internamente se faz, desde os escalões de base até aos seniores.

Angola marcou presença de forma brilhante nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e as jogadoras ora convocadas exibiram-se ao mais alto nível, daí que esta chamada constitui uma forma de rendição ao mérito e potencialidades das andebolistas, por parte dos “olheiros” do mundo que estão sempre atentos à evolução de muitas jogadoras nas principais provas internacionais, como campeonatos do mundo e jogos olímpicos.

As atletas angolanas integraram diversos \"sete\" ideais, mas esta é a primeira convocatória para uma selecção do mundo, sendo a chamada mais a forma de terem sofre si os holofotes da modalidade.

O país deu a ver ao mundo, atletas com capacidade ímpar, como Palmira Barbosa, e Marcelina Kiala, por diversas vezes distinguidas como melhores atletas do continente, e com grande espírito de liderança na Selecção Nacional, em muitas das suas conquistas em África, assim como em presenças dignas em outras competições internacionais.

Para Cassoma e Belinha, a Eslovénia marca mais uma etapa nas suas carreiras internacionais, e é evidente com a possibilidade de evoluir em cenários mais competitivos em termos de campeonatos, com os interesses de grandes emblemas mundiais.

Com as duas andebolistas na selecção do mundo, ganha o andebol nacional que vê o prestígio do seu andebol alargar-se, e ganham as próprias atletas que têm possibilidades de voltar a exibir as suas potencialidades, e os seus talentos ao mais alto nível.

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