Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Relva nos CTT

16 de Dezembro, 2019
A reabilitação, com direito à relva natural, do Campo dos CTT, no município do Rangel, cuja inauguração teve lugar no sábado, é sem dúvida um gesto digno de realce e merecedor de aplausos, de quantos directa ou indirectamente estejam ligados ao futebol. Aqui, colhe votos o Ministério da Ciência e Tecnologia, que de forma avançada de pensar o desporto comunitário, pôs mão à empreitada.
Na verdade, um recinto como aquele, com capacidade para cinco mil pessoas sentadas, ainda que as bancadas estejam por construir, em todos os bairros, não só de Luanda, falemos do país, seria de grande serventia para os munícipes, jogando papel de relevo no incentivo à prática da modalidade.
Temos dito, de forma reiterada, que desporto algum se desenvolve sem recintos de treinos ou de iniciação disponíveis e em condições perfeitas, sobretudo, o futebol. Os meninos do Rangel e não só, podem dar-se por felizes, com a disponibilização da infra-estrutura. Pois, são os principais beneficiários.
Com relva natural, bem tratada, compete aos usuários, como bem deixou claro, a ministra da Juventude e Desportos, cuidar do recinto para que possa ter a utilidade para o qual foi construído. E, este apelo é extensivo à quem tenha, também, a incumbência da sua manutenção. É preciso que quem pensou e investiu, amanhã, olhe para aquilo e diga, que valeu a pena o desafio.
Pode dizer-se, que para os residentes do município do Rangel e particularmente para os estudantes do ISTIC- Instituto Superior para as Tecnologias e Informação e Comunicação, a entrega daquele recinto acaba por ser uma verdadeira prenda de Natal, um gesto a que todos se devem orgulhar e também agradecer.
De resto, não é sempre que nos achamos perante iniciativas do género. Isto, passa muito pela forma de ser e de estar de cada um. Refira-se aos auxiliares do titular do poder executivo, há aqueles que mesmo perante a possibilidade de implementar, isto ou aquilo, preferem assobiar de lado. É fácil enxergar, que no caso concreto do recinto inaugurado, saiu a ganhar a comunidade, o desporto e o empreendedor.
Vamos esperar, que iniciativas do género não fiquem por aqui. Surjam outros campos, pelos bairros dos principais centros urbanos do nosso país. Pois, o futebol precisa, precisa e muito. Por ora, senhoras e senhores, aplausos de pé, ao Ministério da Ciência e Tecnologia.
Aqui, colhe votos o Ministério da Ciência e Tecnologia, que de forma avançada de pensar o desporto comunitário, pôs mão à empreitada.
Na verdade, um recinto como aquele, com capacidade para cinco mil pessoas sentadas, ainda que as bancadas estejam por construir, em todos os bairros, não só de Luanda, falemos do país, seria de grande serventia para os munícipes, jogando papel de relevo no incentivo à prática da modalidade.
Temos dito, de forma reiterada, que desporto algum se desenvolve sem recintos de treinos ou de iniciação disponíveis e em condições perfeitas, sobretudo, o futebol. Os meninos do Rangel e não só, podem dar-se por felizes, com a disponibilização da infra-estrutura. Pois, são os principais beneficiários.
Com relva natural, bem tratada, compete aos usuários, como bem deixou claro, a ministra da Juventude e Desportos, cuidar do recinto para que possa ter a utilidade para o qual foi construído. E, este apelo é extensivo à quem tenha, também, a incumbência da sua manutenção. É preciso que quem pensou e investiu, amanhã, olhe para aquilo e diga, que valeu a pena o desafio.
Pode dizer-se, que para os residentes do município do Rangel e particularmente para os estudantes do ISTIC- Instituto Superior para as Tecnologias e Informação e Comunicação, a entrega daquele recinto acaba por ser uma verdadeira prenda de Natal, um gesto a que todos se devem orgulhar e também agradecer.
De resto, não é sempre que nos achamos perante iniciativas do género. Isto, passa muito pela forma de ser e de estar de cada um. Refira-se aos auxiliares do titular do poder executivo, há aqueles que mesmo perante a possibilidade de implementar, isto ou aquilo, preferem assobiar de lado. É fácil enxergar, que no caso concreto do recinto inaugurado, saiu a ganhar a comunidade, o desporto e o empreendedor.
Vamos esperar, que iniciativas do género não fiquem por aqui. Surjam outros campos, pelos bairros dos principais centros urbanos do nosso país. Pois, o futebol precisa, precisa e muito. Por ora, senhoras e senhores, aplausos de pé, ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

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