Jornal dos Desportos

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Opinio

Rola a bola no CAN

17 de Janeiro, 2015
O continente berço da humanidade volta a engalanar-se para aquela que é a maior cimeira do futebol. Dois depois da África do Sul ter acolhido a primeira edição no regresso da prova aos anos ímpares, eis a vez da Guiné Equatorial sediar uma vez mais o evento, depois de o ter feito em co-organização com o Gabão, em 2012.

Com a Nigéria, campeã em título, de fora, por não ter conseguido a qualificação, a pergunta que se coloca é quem vai substituí-la no pódio no final da prova. Candidatas são algumas poucas selecções apesar de à partida estarem perfiladas um total de 16 selecções.
Com o pontapé de saída marcado para hoje, após à cerimónia de abertura, com o jogo Guiné Equatorial- Congo, volta-se de novo ao momento das apostas e dos prognósticos, das alegrias e das tristezas. Numa só palavra, volta-se à adrenalina e à magia que só o futebol sabe proporcionar.

Pela segunda vez, a Guiné Equatorial tem o privilégio de acolher a maior competição do futebol africano. Os equato-guineenses assumiram a realização do evento depois de os marroquinos terem desistido de acolher a prova, alegando razões de saúde pública em virtude do vírus Ébola.

Contra todas as expectativas, a Guiné Equatorial mostrou-se disponível depois da CAF ter lançado o repto a alguns países face à desistência de Marrocos.

Durante 23 dias, de hoje até ao dia 8 de Fevereiro, em quatro cidades e igual número de estádios começa a corrida desenfreada das 16 selecções em busca do estatuto de campeã africana, que por enquanto continua em posse da Nigéria.

Com as ausências das Super Águias, campeã em título, do Egipto, de Angola, de Marrocos e de mais uma ou outra selecção notável, a prova ainda assim promete ser competitiva e tirar o fôlego aos prosélitos do futebol no continente e não só.

Argélia, Ghana, Costa do Marfim, Camarões, Senegal, Burkina Faso, Tunísia são algumas das potenciais candidatas ao título da 30ª edição do CAN, que não vai contar com a presença dos Palancas Negras depois de cinco presenças consecutivas (2006 a 2013).

Algumas estrelas que brilham no continente e fora deste, podem voltar a cintilar. Ídolos de muitos, os antigos e novos artistas prometem honrar a bandeira dos seus países e justificar a fama que apresentam, na expectativa de continuarem a cativar os seus fãs.

Sendo assim, que role a bola e que no final vença a selecção que for mais convincente dentro das quatro linhas. Vamos à festa!

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