Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Saldo positivo

30 de Julho, 2015
Os objectivos da Selecção Nacional de basquetebol sénior masculina, continuam intactos, mesmo com as ausências que criaram mossa ao conjunto, concretamente a indisponibilidade de Milton Barros, Olímpio Cipriano, Sílvio Sousa e bem recentemente, o poste Yanick Moreira.

Chegar ao pódio no campeonato que a Tunísia alberga, em Agosto, que é selectivo para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro no próximo ano, continua a ser a prioridade do grupo orientado pelo seleccionador Moncho Lopéz.

Em Espanha, o grupo trabalha de forma intensa, com mais um jogo de controlo, hoje é diante do All Star, um grupo de atletas que evoluem na principal liga de Espanha, por isso mesmo um bom teste para os campeões africanos, mas acima de tudo é bom constatar, que os níveis evidenciados pelo conjunto nacional e à parte a derrota sofrida diante da Venezuela, tem revelado bons indicadores.

No estágio em terras espanholas, o desempenho dos angolanos só não atingiu os 100 por cento devido ao desaire sofrido diante dos venezuelanos, no segundo amistoso disputado naquelas paragens, mas nesta altura o registo de 80 por cento em relação ao desempenho é perfeitamente aceitável, se atendermos às situações surgidas que mexeram, certamente, com a própria estrutura da equipa.

Angola ainda tem tempo para melhorar alguns aspectos, particularmente na defesa, em que ainda são visíveis fragilidades que podem ser ultrapassadas nos próximos cinco jogos que a selecção vai disputar.

O técnico Moncho Lopéz é um homem que continua a manter um discurso optimista, e não poderia ser de outra forma, ou não seria Angola a campeã africana, principal favorita à conquista do troféu e a equipa que todos querem abater, a começar pelos tunisinos que organizam o campeonato para vencer e regressar ao convívio olímpico no torneio de basquetebol masculino dos Jogos do Rio de Janeiro.

Para o treinador, as circunstâncias adversas vividas com as ausências verificadas, não afastam o conjunto nacional do seu objectivo, que é chegar ao lugar mais alto do pódio no Campeonato Africano.

“Todos sabemos do compromisso dos jogadores com a vitória. A decisão de Yanick de não participar no Afrobasket, tornou-se mais um contra-tempo inesperado, mas não é por isso, que muda o objectivo”, disse o técnico que tem por missão levar Angola a mais um título continental.

Temos, pois, de ter confiança na revalidação do título continental e o trabalho até agora verificado, vai nesse sentido, com óptimos indicadores para uma prestação positiva no palco da competição.

Há motivos para acreditar nos campeões africanos.

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