Jornal dos Desportos

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Opinio

Seleco rejuvenescida

20 de Dezembro, 2013
No Campeonato do Mundo, apesar da eliminação precoce, a Selecção Nacional não deixou os seus créditos em mãos alheias, justificando plenamente o seu estatuto de campeã africana e de equipa mais titulada do continente africano. As duas vitórias no início da competição (frente à Argentina e Paraguai) e posteriormente as três derrotas (Polónia, Noruega e Espanha), na primeira fase, e frente à Alemanha, nos oitavos-de-final, não beliscaram o nome de Angola.

Pelo contrário, o desempenho em todos os jogos evidenciaram sempre uma selecção que promete um futuro de muitas glórias na modalidade, apesar de se ter dado início ao processo de renovação da equipa, com a integração de muitas jovens atletas que já começaram a dar conta do recado.

Albertina Cassoma, só para citar esta, é uma das novas integrantes e mereceu rasgados elogios na Sérvia, pois aos 17 anos e estreante num mundial, deu boa conta de si, deixando impressionados os “experts” do andebol mundial.

Na qualidade de detentor do título africano, Angola fez o que se esperava de si. Foi a melhor selecção entre as demais que estiveram a representar o continente africano, num total de quatro. Não chegou aos quartos-de-final, como era um dos objectivos, nem ficou entre as 12 melhores do mundo como era a grande pretensão, mas ganhou com a rodagem das novas atletas.

Vivaldo Eduardo e suas pupilas defenderam com galhardia o bom nome do país e deixaram bem patente na Sérvia a qualidade do andebol que se pratica dentro dos nossos quatro muros.

É por essa conquista de renovação da Selecção Nacional que o país saiu a ganhar na Sérvia, pois o próximo compromisso, o Campeonato Africano, é a nossa grande aposta. Vamos à conquista do 12.º título africano e provar que por enquanto em África continuamos a mandar.

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