Jornal dos Desportos

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Opinio

Trabalhar l fora

07 de Janeiro, 2015
A faltar pouco mais de um mês do começo oficial da época futebolística, já se assiste a um frenesi, por banda da maior parte das equipas. As que vão estar envolvidas no Girabola, quase todas, já abriram as suas oficinas e como é habitual, privilegiam o exterior como local para a preparação de pré-época.
Embora algumas estejam ainda na fase final de definição de dispensas, contratações, testes médicos, porém, todas querem ter o processo em dia para enfrentar os desafios que se avizinham.

No que aos clubes candidatos ao título diz respeito, todos abriram as oficinas, sendo que o campeão nacional em título, o Recreativo do Libolo, inicia os trabalhos sob batuta de um novo treinador, depois de no fim de semana ter anunciado a saída de Miller Gomes, técnico campeão, do comando da equipa.

Portugal, Brasil, África do Sul e Namíbia são destinos de grande parte dos clubes. Das 16 equipas poucas não saem do país, casos da Académica do Lobito, Desportivo da Huíla, Sporting de Cabinda e Domant FC. As demais, anunciaram as deslocações para estágio, que varia entre 15 a 30 dias.

Os outros grandes, 1º de Agosto, Petro de Luanda, Interclube e Kabuscorp do Palanca estão ainda entre apresentações, testes médicos e preparação física, mas todos com o trabalho de campo iniciado. Do grupo referido, também é um dado adquirido que a pré-época vai ocorrer fora dos limites geográficos do país, com as direcções dos clubes apostadas em proporcionar melhores condições às equipas técnicas e aos atletas.

Na aposta de reforços dos planteis estão empenhadas quase todas as equipas que vão disputar o Girabola de 2013, não obstante algumas não terem concretizado o desejo de ter este ou aquele jogador.

Com a abertura da época marcada para o início do próximo mês, precisamente a 4 de Fevereiro, altura em que se disputa a primeira mão da Supertaça, que vai opor o campeão nacional, Recreativo do Libolo, ao vencedor da Taça de Angola, Benfica de Luanda, e o Girabola aprazado para o dia 14, período que antecede à “refrega” serve de ocasião para as direcções porem “tudo em dia” em termos administrativos, e as equipas técnicas darem forma física e atlética aos jogadores para o sucesso esperado.

E como se disse, a faltar pouco mais de um mês, tanto as equipas grandes, as que lutam pelo título, como as medianas, que jogam pela manutenção, e ainda as pequenas, cujo objectivo é evitar a despromoção, procuram fazer as tarefas de casa, como soe dizer-se, para que no momento certo possam colher os frutos do que plantam agora.

O facto de os Palancas Negras estarem ausentes do CAN da Guiné Equatorial, que se disputa de 17 do corrente a 8 de Fevereiro, faz que este ano quase nenhuma equipa comece a preparação desfalcada de jogadores, o que acaba por ser uma mais valia para os treinadores.

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