Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Trabalho forte

01 de Setembro, 2013
Vai daí a razão da determinação e do investimento que está a ser feito quer pela equipa técnica, liderada por Orlando Graça, quer pela Federação Angolana de Patinagem, cujos primeiros resultados ficaram bem patentes na prestação da equipa na Taça Zé Du e na classificação que obteve.

À partida, é objectivo número um de Angola lograr uma prestação superior em relação ao que tem sido ao longo das últimas edições, sejam quais forem as dificuldades que encontrar pelo caminho. Pois, embora o título não entre nas suas contas, não deixa de ter ambições fortes, sobretudo na sua condição de selecção anfitriã.

Manter o percurso de prestação regular nesta competição, em que já é um habitual, representa indubitavelmente o objectivo primário da Federação Angolana de Patinagem e de todos os angolanos, que ao longo dos últimos tempos acompanham de perto a evolução da sua selecção.

O técnico Orlando Graça, que se estreia à frente do seleccionado angolano num campeonato do mundo, começa a definir a estratégia que vai permitir aos angolanos conservar o orgulho de serem, a par de Moçambique, os melhores praticantes de hóquei em patins no continente africano, o que passa, como é óbvio, pela conquista de uma classificação honrosa na edição que as cidades de Luanda e Namibe preparam com esmero.

A equipa esboçou e está a cumprir um programa de preparação muito sério e cauteloso, que passou inclusive por um estágio em Espanha. E é importante que assim seja. Pois, se por um lado devemos encarar Angola como declarado candidato a um dos lugares cimeiros, por outro não é senão um alvo também a abater.

Pois, só o facto de jogar em casa pode constituir alguma preocupação. Aliás, encontramos na selecção moçambicana um bom exemplo de reacção surpreendente. No campeonato passado, quando muito menos se esperava, ocupou o terceiro lugar entre várias outras selecções à partida melhor referenciadas. Hoje estamos a apenas 19 dias do arranque do torneio, havendo toda a necessidade de afinar a máquina, para que na hora possa dar resposta cabal a todas as exigências.

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