Jornal dos Desportos

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Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Valorizar o trabalho

27 de Setembro, 2016
Os Palancas Negras voltaram ontem ao trabalho, para preparar o jogo da próxima sexta-feira, em Gaberone, diante da congénere do Botsuana. O jogo em referência é de carácter particular, conta para as festividades do 50º aniversário da ascensão à independência daquele país amigo, e da nossa região.

O seleccionador nacional chamou para o compromisso, o mesmo elenco que efectuou o último jogo do torneio qualificativo ao CAN'2017 , à excepção dos que evoluem em outros campeonatos. Apesar de tratar-se de um jogo que não conta para nenhuma competição, é uma oportunidade que se abre para trabalhar na maturação da equipa.

Perdidos todos os compromissos, é importante que o trabalho não pare. É preciso que não cruzemos os braços, porque há necessidade de corrigir o que anda mal, em busca de uma equipa que a médio ou curto prazo tenha alguma capacidade de resposta competitiva, que consiga resultados nos compromissos em que for chamada.

Portanto, convites como estes vêm a calhar, devem ser aproveitados ao máximo, porque competição propriamente dita, Angola vai ter para os meados de 2017, quando iniciarem as qualificativas para o Campeonato Africano da Nações de 2019. Por aí, constata-se que é longo o período do defeso.

É evidente, que o seleccionador nacional continue a desenvolver o trabalho de pesquisa, é importante à medida que descubra novos valores, trabalhem em grupo e tenham contactos competitivos para terem uma linha de jogo em que todos se integrem em harmonia.

Em tempos mais recuados, em que o país não se ressentia da actual crise económica, podiam gizar-se políticas que visassem promover convites a algumas selecções de países amigos, sobretudo, em ocasiões de acontecimentos históricos. E isto servia para manter a selecção em competição permanente, conferir ao seleccionador nacional uma visão exacta do que se tem, e do que acrescentar.

Ainda bem que à direcção da Federação Angolana de Futebol chegam convites do género, como frisou João Lusevikueno, seu porta-voz. Na verdade, precisamos de atirar para o esquecimento tudo aquilo que já aconteceu e perspectivar o amanhã com bases sólidas. Daí, a necessidade de continuar o trabalho e dizer sim, a todas as propostas competitivas.

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