Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa

Opinio

Cartas do leitor

31 de Agosto, 2013
Serafim Dias-Luanda
Cirurgia no Petro=
Nas últimas temporadas, o Petro de Luanda deixou de dar alegrias aos seus adeptos. Porquê? É porque ultimamente transformou-se numa equipa consoladora, abdicando-se de ser uma equipa que os seus adeptos gostariam que fosse mais competitiva. Nos últimos campeonatos, o Petro aparece no Girabola para consolar atletas em fim de carreira e não para disputar o título. No mundo do futebol, os profissionais são reformados a partir dos 30 anos de idade. Mas no Petro acontece mais tarde, por isso, deixou de ser uma escola para passar a um lar de acolhimento. É inconcebível que participe no Girabola com atletas que as outras equipas dispensam e que já deram tudo o que tinham a dar. O Petro devia estudar outros mecanismos para sair da situação em que se encontra e prestar maior consideração aos filhos da casa.

Samuel Castro-Luanda
Kabuscorp em grande =
Sou adepto do Kabuscorp do Palanca e sinto-me muito orgulhoso da minha equipa por estar a liderar o campeonato nacional. É opinião da maioria que depois de um excelente desempenho nas últimas duas edições, nesta temporada a equipa pode não apenas sagrar-se campeã mas também lutar para a conquista da Taça de Angola. A vitória do Kabuscorp terá um significado especial, porque representa igualmente a evolução de uma equipa que vem de baixo e muito determinada. Outro aspecto que considero fundamental é a revelação de dirigentes desportivos de alta qualidade. Todos sabemos que o maior problema do desporto angolano é a falta de dirigentes à altura das necessidades. Temos um dirigismo desportivo mal servido de gestores com qualidade. No Kabuscorp, os dirigentes são de primeira categoria, com realce para o presidente Bento Kangamba.

Boaventura Sousa- Luanda
Sempre as desistências
= Caros jornalistas, saudações desportivas e votos de bom trabalho. O que me leva a escrever para este espaço é algo que não é novo mas que ninguém consegue também travar. Trata-se do facto de algumas equipas do futebol nacional continuarem a evocar problemas financeiros que as obriga a meio ou fim do campeonato a anunciar desistência. Isso, normalmente, provoca grandes complicações para a Federação Angolana de Futebol na sua programação e, mais do que isso, priva milhares de amantes do futebol de poderem acompanhar ao vivo o futebol na sua província. Depois do Atlético do Namibe, no Girabola, no início da prova, e de equipas de Cabinda na Segundona, agora é a Académica do Soyo que ameaça abandonar a prova. Estou ciente das dificuldades que os clubes têm em arranjar patrocínios para manterem uma actividade desportiva com regularidade, mas estou optimista.

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