Jornal dos Desportos

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Girabola

Acadmica quer travar o Petro

Jlio Gaiano, no Lobito - 25 de Fevereiro, 2016

Lobitangas preparam no estdio do Buraco o desafio da segunda jornada do Campeonato Nacional de Futebol da Primeira Diviso

Fotografia: kindala Manuel

Os jogadores e os membros da equipa técnica da Académica do Lobito estão determinados em conquistar os três primeiros pontos no Girabola Zap 2016, no  domingo no Estádio do Buraco diante do Petro de Luanda, depois do desaire na estreia em Luanda com o Atlético Sport Aviação (ASA), por 3-1.

O capitão Libero é a voz da determinação dos estudantes. O jogador que na época passada jogou a central e este ano está adaptado a defesa esquerdo, disse ao Jornal dos Desportos, que o desafio no Buraco é para ganhar, apesar de reconhecerem o poderio do adversário que viaja para o Lobito  com o objectivo de fazer valer o estatuto de candidato ao título.

“Estamos precavidos. Os trabalhos desta semana apontam para este jogo que nos pode servir de ponte para os bons resultados. Apesar da derrota na estreia, a equipa está bem do ponto de vista emocional, esperamos que com uma vitória sobre o Petro tenhamos a porta aberta para o sucesso e alegria da nossa massa apoiante, que tanto merece”, disse. 

Para o capitão dos estudantes lobitanga, o Petro de Luanda é um adversário que sabe jogar a bola, mas carece de alguns fundamentos tácticos, “facto que podemos explorar com afinco, se quisermos ganhá-lo”.

A equipa treinada pelo português Vaz Pinto, caso queira cumprir o objectivo, deverá jogar muito mais do que fez no desafio com os tricolores. Ou seja, esteve descaracterizada e com muita falta de imaginação, isso comparado com  o futebol apresentado o ano passado sob orientação técnica do turco -germânico Ekrem Asma.

 “A derrota em si, não constitui problema nenhum, mas a forma como os jogadores se apresentaram em campo. Parecia uma equipa de amigos e que estavam lá a cumprir calendário.

A dada altura do jogo deixaram de correr, aparentavam  cansados tal é a forma como se desfaziam da bola, davam toda a iniciativa ao adversário que para a sua felicidade soube cumprir com o seu papel, marcou os golos que serviram para anular as investidas que inicialmente a nossa equipa tinha imposta em campo”, revelou ao JD Matias Sikaleta  um dos membros da claque, que em Luanda testemunhou a derrota dos estudantes frente aos aviadores.