Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Girabola

Direco considera poca positiva

06 de Setembro, 2018

Toms Faria presidente de direco.

Fotografia: Contreiras Pipas| Edies Nouvembro

O presidente do Petro de Luanda, Tomas Faria, considerou positivo o desempenho da equipa no Girabola Zap 2018. O dirigente começou por agradecer, em conferência de imprensa, todo o elenco directivo, equipa técnica e a massa associativa pelo seu desempenho ao longo da época.
Reconheceu que \"com a chegada do professor Beto Bianchi, a equipa cresceu bastante durante os últimos dois anos, colocando consecutivamente a equipa na segunda posição do Girabola Zap e conquistou a Taça de Angola em 2017\", precisou.
Garantiu, que a permanência do técnico brasileiro é uma certeza e acredita numa época airosa em 2018/19. \"Com o professor Beto Bianchi no comando, temos condições claras para competirmos melhor em relação a época finda\", perspectivou. Realçou o facto de além de apurar o clube para as Afrotaças, disputou o título do campeonato até a última jornada. O dirigente reafirmou a manutenção do compromisso do programa eleitoral, para satisfação dos sócios e adeptos. \"O profissionalismo do técnico é bastante elevado, pois, conseguiu segurar e incutir na mente dos atletas, para competirem sempre ao alto nível. A permanência  do professor é mais pelo seu profissionalismo\", sublinhou.
O presidente assegurou a continuidade dos brasileiros Tiago Azulão e Toni no catetão até 2020, enquanto o médio ofensivo Diney está a depender de determinadas questões. O dirigente garante ter algumas contratações já a vista, mas não avançou nomes.\"O nosso objectivo, para a próxima época, é conquistar o Campeonato Nacional e, a nível das Afrotaças, é chegar até a fase de grupos da Taça Nelson Mandela, desde que não haja contrariedades financeiras\", avançou.
Tomas Faria apelou ao crescimento do apoio da Sonangol, para voltar a tornar o Petro de Luanda uma marca no país e além fronteiras. \"Os valores disponibilizados não têm sido satisfatórios e o mercado não contribui por falta de cultura de comprar os ingressos. Por outro lado, a falta de divisas cria  grandes dificuldades, para produzir o material de publicidade\", justificou. Edvaldo Lemos