Jornal dos Desportos

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Girabola

Espectculo pobre e sem sal

Daniel Melgas - Luena - 03 de Setembro, 2017

Maquisardes e huilanos ficaram pelo empate sem golos ontem no Luena

Fotografia: Vigas da Purificao

 O empate sem golos, ante o Desportivo da Huíla, ontem, no estádio Mundunduleno, acaba por atrasar as pretensões dos maquisardes na luta que trava pela manutenção.

O desafio registou um atraso de 33 minutos, devido ao braço de ferro imposto pela equipa de arbitragem comandada por Pedro dos Santos e auxiliado por José Félix (1º assistente) e Aldair Carmelino (2º assistente), que reclamavam os seus subsídios de jogo, alegadamente não depositado pela direcção do Maquis.

Como os cavalheiros entendem-se conversando, maquisardes e equipa de arbitragem chegaram ao consenso e o jogo começou às 15h33.

Num jogo equilibrado, porém, muito monótono, ambas as equipas não criaram oportunidades evidentes de golos, e muito menos espectáculo de jogo para acalmar o pouco público presente no estádio Mundunduleno. Nota de realce-se a contrariedade que o Desportivo viveu, viu o jogador Elias sair forçado em face a uma lesão, substituído por Malamba.

A segunda parte, não mudou muito, porém, as substituições efectuadas no FC Bravos do Maquis, com a entrada de Djó, as jogadas ofensivas tornaram-se possíveis, sendo que os caseiros chegaram mais vezes à baliza contrária. Do lado oposto, Mário Soares lançou Belito no lugar de Sidney que deu muito trabalho ao guarda-redes Dadão.

Os últimos 10 minutos foram intensos e o Desportivo da Huíla só não marcou devido a eficácia do guarda-redes Dadão, o melhor jogador em campo, pois anulou todas as investidas do trio Belito, Yuri e Malamba.

O Maquis ainda teve tempo e oportunidades para marcar, mas faltou sorte ao médio Quinzinho, que atirou forte de cabeça, mas Kissi fez uma excelente defesa.