Jornal dos Desportos

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Girabola

Filho refora lees do Norte

Joaquim Suami-Cabinda - 07 de Julho, 2015

Filho refora lees do Norte

Fotografia: Jornal dos Desportos

O atacante Filhão, que na primeira volta representou o Petro de Luanda e o camaronês Van Basten, são as principais apostas da direcção do Sporting Clube de Cabinda para o segundo turno do Girabola 2015, para colmatar o vazio deixado pelo avançado congolês Jiresse, que trocou a formação verde e brancoa pelos tricolores.

Para além de Filhão e de Van Basten, a direcção do Sporting de Cabinda conseguiu igualmente as contratações de Ervé (ex-União do Uíge), Simão (ex-Recreativo da Caála), Trésor (ex-Kabuscorp de Cabinda), Togo (ex-Mpata Pontua do Ambriz), Tamundele (ex-Benfica do Lubango) Nano (ex-Domant FC do Bengo) e Ângelo (ex-Real Mbuco).

A equipa técnica leonina dispensou os futebolistas Nick, Manucho II, Victor, Mussa, Nanaio e Vado.  O vice-presidente desportivo, Jorge Costa, que anunciou os reforços e as dispensas no plantel do Sporting de Cabinda, referiu, que para a segunda volta do Girabola 2015, o clube vai contar com 28 atletas.

Jorge Costa disse, que o novo técnico do Sporting, o congolês Lusodusu Basilua Medad, reconheceu que o clube possui excelentes jogadores, agora, como sublinhou, o dever da direcção é garantir as condições necessárias para que a equipa técnica e os jogadores consigam cumprir com os objectivos traçados pela agremiação, para a segunda etapa do Girabola. Frisou, também, esperar o apoio da população e dos adeptos para o clube conseguir a manutenção na Primeira Divisão.Adiantou, que a direcção do Sporting de Cabinda continua a lutar, para conseguir os apoios financeiros necessários para suportar os encargos da segunda volta do campeonato. 

“Estamos com imensas dificuldades, mas não  nos cansamos de procurar apoios para melhorarmos as condições da equipa. A vontade não nos falta e se a vontade fosse dinheiro, o Sporting de Cabinda seria o melhor clube de Angola. Somos incansáveis na procurar de soluções para a equipa. Felizmente ou infelizmente, estamos numa província com muitas riquezas, mas o Sporting de Cabinda é a equipa mais pobre do Girabola. Vamos continuar sempre a solicitar ao governo para nos apoiar, aliás, existe uma comissão criada pelo governo local para a acompanhar o Sporting e é com esta comissão que temos apresentado as nossas dificuldades”, explicou.