Jornal dos Desportos

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Girabola

Hlder Teixeira insatisfeito com onda de empates

Jorge Neto - 07 de Abril, 2018

Agastado com empates tcnico sambila quer inverter o quadro a partir das prximas jornadas

Fotografia: PAULO MULAZA| EDIES NOVEMBRO

O treinador da equipa do Progresso do Sambizanga, Hélder Teixeira, manifestou-se agastado com a onda de empates que a equipa consente em casa, promete começar a inverter o quadro na partida de amanhã com  o 1º de Maio de Benguela, pontuável para a nona jornada do Girabola Zap de 2018.
A intenção manifestada pelo treinador na passada quarta-feira, quando fazia a abordagem do que foi o resultado do desafio  em atraso com o Petro de Luanda, referente à segunda jornada do campeonato.
“Vamos ganhar o jogo de domingo  com o 1º de Maio de Benguela, para começarmos a inverter o quadro, porque já estamos com um segundo empate caseiro e não estou a gostar, porque é extremamente negativo. Temos de vencer o jogo, para tomarmos outro rumo\", disse o treinador do Progresso do Sambizanga.
A vitória sobre o 1º de Maio requer determinação, na medida em que a formação proletária é um adversário complicado, em função dos seus pergaminhos no futebol nacional, facto que o treinador  leva em conta ao montar as estratégias em campo.
“Acredito, que não vai ser muito fácil vencer o 1º de Maio de Benguela, em função do que sei sobre as qualidades da equipa. É um conjunto aguerrido, cheio de jovens com muito voluntarismo, o que vai obrigar a urdir estratégia que nos possibilite evitar o cometimento de erros e chegar à vitória. O nosso objectivo é somar pontos que nos garantam boa classificação\", referiu o técnico. De volta “à vaca fria” como soe dizer-se, o Jornal dos Desportos tentou ouvir a opinião de Hélder Teixeira sobre o trabalho do árbitro António Caxala, no empate (2-2) entre o Progresso e o Petro de Luanda, ao que o treinador da equipa sambila negou comentar, todavia, deixou aperceber nas entrelinhas o seu descontentamento.
“Não gosto de falar sobre a arbitragem, porque a onda aqui é que, sempre que um treinador fale disso, é penalizado. Eu não quero ser penalizado por isso. Entretanto, deixa-me dizer que no lance que ditou a grande penalidade contra a minha equipa,  fiquei com dúvida se por acaso a bola  tocou mesmo na mão ou não do meu jogador, pois, fiquei com a impressão de que bateu no peito”, lamentou.