Jornal dos Desportos

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Girabola

JGM prevê dificuldades com o Maio

13 de Maio, 2017

Defesa e ataque preocupam treinador Águas da Silva

Fotografia: M. Machangongo | Edições Novembro

As constantes falhas na defesa e no ataque do JGM do Huambo, continuam a preocupar o treinador Águas Zeca da Silva, apesar do trabalho de melhoria que tem feito de jogo para jogo.Em declarações ontem à imprensa, na cidade do Huambo, na antevisão do jogo de sábado no seu reduto, na recepção ao 1º de Maio de Benguela para a 14ª jornada do Girabola Zap, o treinador admitiu que a equipa ainda não encontrou a sua melhor forma.

“Estamos a trabalhar para melhorar alguns aspectos, a equipa ainda denota algumas fragilidades e que são fatais em momentos cruciais de jogos”, reconheceu. Referiu que os sete golos marcados e os 26 sofridos, em 13 jogos, demonstram as fragilidades dos dois sectores importantes para o sucesso que se pretende atingir. “ É imperioso que melhoremos para alcançar os nossos objectivos”, destacou.

Todavia, prometeu que no fim-de-semana os “proletários” podem fazer melhor que nos desafios anteriores, para fugir aos lugares de despromoção em que se encontram. “O 1º de Maio está numa posição que exige pontuar em todos os jogos, por isso, acredito que faça o máximo para nos complicar a vida e roubar-nos pontos”, alertou aos seus atletas.

Apesar da derrota passada, por 1-0, diante do Kabuscorp do Palanca, Águas Zeca da Silva considera que o grupo continua unido em torno do objectivo,  vencer o adversário desta tarde e lutar pela continuidade na prova. “Temos cometido muitas falhas na defesa e no ataque, por um lado, pela inexperiência dos jogadores, e por outro, por falta de rodagem competitiva. Temos trabalhado para corrigir”, afirmou.

O JGM do Huambo, que pela primeira vez participa no Girabola, ocupa o 12º lugar com 10 pontos, está entre as defesas mais batidas da competição e o ataque menos concretizador. O seu adversário de sábado, 1º de Maio de Benguela, está no 11º lugar, com 12 pontos. O campeonato é liderado pelo Petro de Luanda, com 31 pontos, enquanto o Santa Rita de Cássia que participa pela primeira vez, ocupa o último lugar, com sete pontos.