Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Girabola

Joo Pintar pede mais eficincia aos atletas

16 de Fevereiro, 2017

Acrescentou que o tcnico podia alinhar dois mdios e igual nmero de avanados, pois entende que quando se jogo em casa para ganhar e para tal apostar no ataque.

Fotografia: Jos Soares

Na primeira jornada do Girabola Zap de 2017, o treinador do Bravos do Maquis disse ao Jornal dos Desportos, que apesar da vitória sobre o Progresso da Lunda Sul, por 1-0, a sua equipa não jogou como previa, pois os processos de jogos não foram bem efectuados pelos seus pupilos, e  deseja melhorar nos próximos desafios.

“Não foi um jogo. Entrámos ansiosos. Fizemos algumas alterações, fomos felizes. Não podemos exigir mais dos jogadores, mesmo a jogar mal, ganhámos”, disse o treinador que agora em casa vai receber e defrontar o Sagrada Esperança da Lunda - Norte.

Entre os adeptos, a vitória da equipa que tem um plantel diferente ao de 2015, também está a suscitar opiniões divergentes. Muitos defendem que por tratar-se do princípio da época, o resultado foi  diferente do esperado, porque para equipa que começou a treinar há mais de 60 dias, obrigava-se a um  futebol mais agressivo, melhor táctica e coesão entre os sectores.

“Logicamente, não quero ser treinador. Acompanho o Maquis há dez anos, conheço o professor Pintar, mas tenho de dizer que não gostei do que vi. Acho, que a vitória ofuscou a fraqueza maquisarde”, continuou o ferrenho e exigente adepto", disse o adepto Maurício Eduardo, morador no bairro Zorró.

O adepto Mauro Aurélio, 25 anos de idade, dá o benefício da dúvida, afirma que é muito cedo para fazer a avaliação competitiva da equipa, por  tratar-se da primeira jornada,  ainda assim, critica que o ponta Vado I  pareceu-lhe muito preso nos movimentos, o sector tentou melhorar quando este foi substituído por Cedrick (aos 26 da 2ª parte).

Osvaldo Chineva, residente do bairro Cuenha, vai mais longe ao afirmar que não conseguiu interpretar a táctica de jogo dos “azuis e branco”. Para si, além de alguns defesas, como Lelo e Etah, e um pouco de Djó e Pataca, não viu muitas movimentações da equipa treinada pelo professor João Pintar da Silva, por essa razão, espera melhorias no jogo com ASA , na segunda jornada em Luanda, ou com o Kabuscorp do Palanca, na terceira, no Mundunduleno.

Este adepto sugere mais trabalho e experimentar outras “pedras”, sobretudo no ataque, onde Cedrick apesar de jogar pouco tempo, mostrou mais destreza e sentido de avançado. Acrescentou que o técnico podia alinhar dois médios e igual número de avançados, pois entende que quando se jogo em casa é para ganhar e para tal apostar no ataque.