Jornal dos Desportos

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Girabola

Leso afasta Moco

Valdia Kambata - 12 de Julho, 2016

Atacante contraiu leso no joelho esquerdo

Fotografia: Jornal dos Desportos

O médico do Interclube, Martinho Tavares, revelou ontem ao JD, que a lesão do Moco não é grave, ao contrário do que se previa,  sublinhou que o atacante fica ausente dos relvados, nas próximas três semanas.

O melhor marcador dos polícias, na presente edição do Girabola Zap, lesionou-se no joelho esquerdo, no jogo dos oitavos - de -final da Taça de Angola, em que a sua equipa afastou o Benfica de Luanda.

" Em princípio, pensamos que seria algo muito grave, mas depois de realizarmos os exames, percebemos que a lesão não é tão grave. O Moco sofreu uma entorse no joelho, por isso, não deve  treinar nas próximos três semanas, tempo suficiente para a recuperação", salientou o médico da formação do Rocha Pinto .

Martinho Tavares, recomenda no entanto, algumas cautelas na recuperação do atleta. "É necessário muita atenção e cuidado. Nesta altura, o atleta está a fazer trabalho de fisioterapia e esperamos que tudo decorra na normalidade", augura.

Moco tinha como promessa elevar o número de golos nesta segunda volta do Girabola Zap, vê o desejo complicar-se. Segundo apurámos, o atleta corre o risco de ficar de fora dos convocados, nas próximas seis jornadas.

  O jogador de 27 anos, reconhece que esta época está a ser inconstante, e a lesão compromete as suas aspirações. "Realmente, tenho alguns altos e baixos, a vida é mesmo assim, não temos de estar sempre bem, posso prometer que vou trabalhar para atingir o que desejo, quando voltar a jogar", prometeu.

No início da temporada 2016, o atleta esteve em vias de falhar o arranque do Girabola Zap, devido a lesão no mesmo joelho, contraída ao serviço da selecção nacional. Contra todas as expectativas, o atleta recuperou e alinhou no primeiro jogo oficial, em que apontou o único golo da equipa.

REFORÇO
Chora reforça sector defensivo dos polícias


O lateral esquerdo Chora, atleta que na primeira volta da presente edição do campeonato nacional, representou o Progresso do Sambizanga e foi sub - capitão, assinou um contrato por seis meses com  o Interclube.
Surpreso com a  dispensa, o jogador lamenta o sucedido, não esperava por esta posição da equipa técnica sambila, já que considera ter feito boas exibições no primeiro turno da prova.

" Fiz um bom campeonato e era titular, por isso, não sei qual foi o motivo que levou o treinador a dispensar-me. Contudo, somos  profissionais, temos de aprender a conviver com estas coisas", destacou o novo lateral esquerdo do Interclube.

Embora tenha sido dispensado, não guarda rancor à antiga equipa,  assume que como profissional está preparado. "Isso, faz parte da vida. Não tenho nenhum rancor do Progresso, uma equipa que me recebeu muito bem", enalteceu.

"Tenho muita pena que tenha sido dispensado, desta forma, o importante é cumprirmos com aquilo que nos foi exigido. Agora,  tenho de levantar a cabeça e trabalhar no novo clube,  para mostrar o meu valor", destacou.

Quanto aos objectivos, para esta meia época, com a camisola dos polícias, Chora disse que "o meu maior objectivo é trabalhar com seriedade e ajudar o Interclube a atingir os objectivos",  referiu.

A par de Ngoma Crist, são os únicos reforços para segunda volta da equipa do Rocha Pinto,  admitiu dar o seu  melhor na nova agremiação, para tal, está ciente que tem de lutar pela titularidade e ser regular.

"Vim para um grande clube, em que sei que posso ser o mesmo do passado, sempre a contar com a ajuda dos meus colegas", disse o atleta .
"O Interclube é uma equipa de top, com muitas boas condições de trabalho,  espero dar o meu melhor e quem sabe, dar o melhor ao clube", salientou o defesa esquerdo. 
Formado nas escolas do FC Bravos do Maquis, o  lateral esquerdo, já representou o ASA, Kabuscorp do Palanca, Progresso do Sambizanga, abraça novo desafio com a camisola do Interclube.
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