Jornal dos Desportos

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Girabola

Militares e Polcias com acerto de contas

Jorge Neto - 03 de Outubro, 2017

Primeira-mo dos quartos-de-final da Taa disputada no sbado no Estdio 22 de Junho

Fotografia: Santos Pedro | Edies Novembro

A equipa principal de futebol do 1º de Agosto desloca-se no sábado às 16h00, ao Estádio 22 de Junho, para defrontar o Interclube, desafio referente à primeira mão dos quartos-de-final da Taça de Angola, competição em que os militares ambicionam conquistar o troféu.

É o primeiro de três jogos, que as duas equipas da capital do país vão ter pela frente no espaço de uma semana, dois para a Taça de Angola e um para o Girabola Zap.

Depois do triunfo no domingo, por 1-0, frente ao Recreativo do Libolo, pontuável para a 26ª jornada do Girabola Zap que garantiu o regresso à liderança do campeonato, os pupilos do bósnio Dragan Jovic pensam na segunda maior competição futebolística nacional, conscientes de que o adversário impõe respeito e vai jogar no seu reduto.

Os agostinos devem alinhar um \"onze\" diferente nos três desafios, dentro da gestão do plantel que a equipa técnica está a fazer desde o início da época, aliada às constantes lesões que assolam o grupo. Antevê-se, que os três jogos sejam desgastantes para os rubro-negros, que ambicionam conquistar as duas competições.

O primeiro lugar, que ocupam no Girabola Zap, quando faltam quatro jornadas para o final da prova, motiva  a formação orientada por Dragan Jovic para os jogos dos quartos-de-final, depois de superar a desvantagem de 1-3, com goleada por 4-0, no reduto da Académica do Lobito.

Depois de acender uma \"luz no fundo do túnel\", quanto ao possível regresso do avançado Rambé, melhor marcador da equipa com 14 golos, o cabo-verdiano voltou a sentir dores na região da perna lesionada e teve de ser poupado por precaução. Continua a incerteza se o regresso do militar acontece no dérbi de sábado ou seja utilizado num dos três jogos diante dos polícias.

Se no Girabola Zap o ataque agostino mostra pouca aptidão para os golos, em seis jogos marcou cinco, ficou em branco num deles, um cenário muito diferente na Taça de Angola, em que marcou um total de sete tentos, em três desafios. Dois tentos diante da formação do Kafalango do Cunene (em apenas uma mão), nos 16 avos-de-final e cinco frente a Académica do Lobito, nos oitavos-de-final.  
Em relação aos golos sofridos, os militares foram buscar a bola ao fundo das suas redes em quatro ocasiões,  uma diante do Kafalango e três frente aos estudantes.