Jornal dos Desportos

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Girabola

Mário Soares destaca luta do título entre oa arqui-rivais

BENINGNO NARCISO- LUBANGO - 10 de Outubro, 2017

Não é por acaso que a equipa cria situações de golo, mas tem faltado a mentalidade que é no último toque, como e quando fazer, isso é que temos que trabalhar”, reforçou.

Fotografia: Jornal dos Desportos

O técnico da equipa principal de futebol do Clube Desportivo da Huíla (CDH), Mário Soares, considerou há dias, no Lubango, que o despique que se observa na disputa pela conquista do título do Girabola Zap 2017, entre o 1º de Agosto (líder com 58 pontos) e o Petro de Luanda (segundo classificado com 56), vai prevalecer até à última ronda do campeonato.
Mário Soares disse estar convencido igualmente de que haverá muita entrega e disputa na cauda da tabela, entre as equipas que lutam pela fuga a despromoção, aspectos que levam o treinador dos militares da Região Sul a avaliar o Girabola Zap 2017 de equilibrado.
“Para se encontrar o campeão, vai prevalecer aquilo que é a grande certeza do futebol, a incerteza do resultado e do vencedor. E, mesmo na tabela classificativa, também vamos encontrando isso, grande disputa, quer no topo, como na cauda. Tem que se considerar um campeonato bastante equilibrado e disputado”, destacou Mário Soares.
Na nona posição com 34 pontos e com a situação da permanência no Girabola Zap resolvida, fruto da vitória, 2-0, sobre o Petro de Luanda, para a 26ª jornada, o técnico do Desportivo da Huíla já trabalha para o desafio frente o Progresso Sambizanga, em Luanda, pontuável para a 27ª ronda da competição.
Mário Soares, que reforçou a ideia de que com o triunfo sobre o Petro ficou resolvida a permanência da equipa no campeonato, vai continuar a privilegiar a mentalidade dos atletas, sem descurar a finalização e a coesão defensiva do grupo.
O técnico pensa ser fundamental continuar a apostar na mentalidade dos atletas por considerar que esse trabalho permite adequar o nível de compreensão da equipa às qualidades técnicas, tácticas e físicas que o plantel produz, com destaque para a finalização.
“Temos que continuar a trabalhar, principalmente, a mente dos jogadores, porque qualidade e mobilidade existem no seio da equipa. Não é por acaso que a equipa cria situações de golo, mas tem faltado a mentalidade que é no último toque, como e quando fazer, isso é que temos que trabalhar”, reforçou.
BN, NO LUBANGO