Jornal dos Desportos

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Girabola

Petro perde com Bravos do Maquis

Edvaldo Lemos - 27 de Dezembro, 2018

Equipa de Zeca Amaral ofuscou toda estratgia montada pelos petrolferos

Fotografia: Agostinho Narciso | Edies Novembro

O Petro de Luanda recebeu uma triste \"prenda de natal\", ontem no estádio 11 de Novembro, ao sofrer uma derrota diante do Bravos do Maqui, por 2-0, em jogo de atraso, da sétima jornada do Girabola Zap, naquele que em Angola é, pela primeira vez, considerado de \"Box Day\", isto é, desafio disputado depois do dia de Natal.
Job, do Petro de Luanda,  foi o primeiro a \"aquecer\" as mãos do guarda redes Migui, do Bravos do Maqui, pregando a este e ao banco maquisarde um grande susto. Mas, poucos minutos depois, veio a melhor resposta destes, por intermédio de Mussumari, que marcou para o Maquis, aos 18 minutos.
O Petro acusou o golo e pareceu deixa-se dominar pela equipa adversaria durante toda a primeira parte, período em que os seus a adeptos, nas bancadas, esperavam por melhor ritmo ofensivo.
 Ao reatar da segunda parte, o técnicopetrolífero, Beto Bianchi, nos primeiros 15 minutos, efectuou logo três substituições, colocando Tony a fazer dupla com Tiago Azulão, e substituiu Hélio e Denis e colocou respectivamente Benvindo e Caranga.
Mesmo assim as alterações  não surtiram os  efeitos desejados. Aos 53 minutos,  uma jogada bem ensaiada dos maquizardes fez com que a marcha do marcados alterasse: o capitão Chico colocava, mais uma vez, a bola nas redes do Petro de Luanda e, assim, estava feito o 2-0 a favor do Bravos do Maqui. 
O técnico desta equipa, Zeca Amaral, operou mexidas  aos 74 minutos, substituindo Geuda por Germano e Gazeta por Cabibi. Alterou a táctica de jogo, o que, de certa forma, tornou  mais difícil à sua equipa chegar à baliza do guarda redes Migui.
Ainda após a saída do avançado Mussumarei, autor do primeiro golo, o técnico Zeca Amaral colocou  Djamine, que voltou animar o jogo dos maquisardes.Aos 85 minutos, o Petro de Luanda protagonizou \"incursões\", pelos seus avançados, ao último reduto adversário, mas não conseguiu ser eficaz, pois, os remates à baliza do Bravos de Maqui não tomaramn a direcção golo.
Tony foi o grande insatisfeito do lado tricolor. Os 58 por cento de posse de bola a favor dos tricolores não foram suficientes para colocar no mínimo, uma bola na baliza do guarda redes Migui.
O árbitro deu para o tempo de compensação 6 minutos, devido à assistência médica deste  guarda redes Migui. Tudo complicado para uma equipa que é o representante de Angola nas afro taças.