Jornal dos Desportos

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Girabola

Petro pretende desforra com a Acadmica

16 de Julho, 2016

Petrolferos esto preparados para um desafio em que apenas a vitria interessa

Fotografia: Jos Cola

O Petro de Luanda espera inverter amanhã diante da Académica do Lobito, a história do jogo e o resultado da primeira volta do Girabola Zap, em que perdeu por 2-0. Os tricolores puseram em marcha,  desde quarta-feira, uma estratégia para redimir das quatro derrotas averbadas na primeira volta do campeonato, a começar pelo desafio frente aos lobitangas, referente à 17ª jornada da maior competição do calendário da Federação Angolana de Futebol (FAF).

Depois de realizar um começo de segunda volta em pleno, com triunfo sobre o 4 de Abril do Cuando Cubango, na passada terça-feira, uma clara cópia do resultado (1-0) e exibição espelhada na primeira volta, os tricolores aspiram recuperar os três pontos perdidos no desafio com a Académica.

A estratégia prevê igualmente, criar condições para reaverem os pontos perdidos frente ao Sagrada Esperança (1-0), na 6ª jornada, Interclube (2-1), na 11ª e 1º de Agosto, na 15ª ronda. No total, a equipa às ordens do hispano -brasileiro Beto Bianchi espera recuperar os 12 pontos desperdiçados, em quatro jogos.

Todavia, para que tudo corra dentro das expectativas e de forma a evitar que voltem a ser surpreendidos, os tricolores redobram esforços. Ao contrário da preparação realizada após a vitória sobre o 4 de Abril, em Menongue, em que a equipa técnica submeteu o grupo de jogadores convocados a exercícios de recuperação física, no relvado, ontem, os ensaios de armação do bloco de construção defensiva e ofensiva estiveram em destaque.

O ataque continua a ser a grande preocupação do Petro, durante esta segunda volta do campeonato. Apesar do técnico dos tricolores deixar no ar a ideia de tranquilidade em relação a este aspecto, o facto é que a equipa continua a desperdiçar oportunidades, e em face disso, o ataque persiste em concretizar menos.

No jogo frente ao 4 de Abril, nem por isso a dupla de ataques composta por Fabrício e Azulão foram capazes de traduzir em golo, as inúmeras ocasiões que dispuseram na partida. Fruto disso, o golo acabou por vir dos pés do médio Job, na sequência da marcação de um livre.

Treinam às ordens de Beto Bianchi, os seguintes jogadores: Lamá, Gerson e Mig (guarda-redes), Etah, Elio, Maludi, Abdul, Miguel, Ari, Mira, Manguxi, Chara, Francis, Job, Mateus, Wilson, Carlinhos, Diógenes, Herenilson, Duarte, Mabiná, Balakai, Mavambu, Fabrício e Jiresse.