Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Girabola

Sport Lubango e Benfica acusa DMS de manipulao

19 de Agosto, 2019

Dirigente do Benfica

O Presidente de direcção do Sport Lubango e Benfica, Jackes da Conceição, qualificou como inverdade, incoerente e contraditória a ideia veiculada na imprensa nacional de que a empresa Descathlon Marketing & Sports (DMS) assegurou  o patrocínio financeiro, para a participação do clube encarnado no Girabola Zap 2019/2020.
O responsável da equipa  encarnada do Lubango falava em conferência de imprensa, realizada na sede do clube, nesta cidade, considerou que o comunicado da DMS sobre a alegada disponibilidade de patrocínio foi um acto reprovável, pois, não se deve enganar e confundir a opinião pública, fazendo parecer que tinha capacidade e disponibilidade de apoio quando não existiu.
“Viemos a público, para responder ou esclarecer o que aconteceu. Existe a ideia de que a DMS, ao pronunciar-se no dia 30 de Julho, tinha assegurado as condições financeiras, aliás isso, ficou claro e especificado no seu comunicado e que se diz que a direcção do Benfica se precipitou ao anunciar a desistência. Isso, é contraditório”, lamentou.
“As pessoas devem ser coerentes para julgar os outros. Como se não bastasse sem comunicar o Benfica, tomamos conhecimento através da comunicação social. É um acto reprovável, porque não devemos enganar e confundir a opinião pública, parece que as coisas estavam bem quando as coisas não existiam”, reagiu.
Jackes da Conceição referiu que ao afirmar que estavam criadas as condições, implicava, no mínimo, a existência de requisitos como material desportivo, logística para acomodar os atletas e outros elementos afectos à equipa. Prosseguiu que aquando da afirmação da DMS, nem essas condições existiam e o plantel não dispunha de uma bola e camisola que pudesse levar  para o campo para disputar o Girabola.
“Quando você vai a público afirmar que as condições estão criadas, aspectos como material desportivo, condições logísticas para acomodar os atletas e outros elementos ligados ao departamento de futebol, são as condições primárias que deviam estar garantidas para o arranque dos trabalhos da equipa sénior”, sublinhou.                     

JACKES DA CONCEIÇÃO
“Devemos ser coerentes”

Jackes da Conceição lamentou o sucedido e pede mais seriedade às pessoas,  para evitar equívocos. “Infelizmente, a quando da afirmação da DMS, nem essas condições estavam criadas, não tínhamos sequer uma camisola, uma bola que pudéssemos levar para o campo,  para uma equipa sénior disputar uma prova tão séria como o Girabola”, denunciou.  
O presidente do clube encarnado do Lubango apelou à necessidade de haver coerência e acrescentou que “é preciso ter muita coragem para se vir ao público e afirmar que já tinham as condições criadas para disputar o Girabola, quando as condições não existiam”. “Devemos ser coerentes. É preciso ter muita coragem para vir a público afirmar que já tinham condições, quando elas não existiam”, realçou
Diante deste quadro, Jackes da Conceição reafirmou que a direcção do Sport Lubango e Benfica não tomou nenhuma decisão precipitada ou aleatória, ao anunciar a desistência de participar no Girabola, por incapacidade financeira. Justificou que a decisão resultou de uma análise cuidada, profunda e por isso ponderada, depois de analisada a conjuntura em que decorriam os contactos com a DMS.
“O que queremos levar  a público, aos nossos sócios, adeptos e amantes do futebol, é que a direcção do Benfica não tomou nenhuma decisão precipitada nem aleatória, sem o termos feito com muito cuidado, com muita planificação, com todos os procedimentos possíveis”, justificou.
                              
APOIOS
Parceiro incapaz de provar
capacidade junto da FAF 


A Descathlon Marketing & Sports (DMS), que detém os direitos de gestão da equipa de futebol sénior do Sport Lubango e Benfica, foi incapaz de provar junto da Federação Angolana de Futebol (FAF) a capacidade financeira e as condições que anunciou ter reunido,  para suportar a participação do clube no Girabola Zap 2019/2020.
A denúncia foi feita na capital huilana, pelo presidente de direcção do clube, Jackes da Conceição. O presidente revelou que face ao pronunciamento da Descathlon Marketing & Sports que levou a conhecimento da FAF, por escrito, de que dispunha de condições para suportar a participação na prova, o clube viu-se obrigado a solicitar a reintegração da equipa, o que foi reprovado por falta de comprovação da DMS.
“E, em função dos pronunciamentos da DMS, fomos obrigados a voltar a solicitar à FAF a reintegração do Benfica,  porque essa empresa levou a público e ao conhecimento da Federação Angolana de Futebol, por escrito, de que tínhamos todas as condições garantidas para participar na primeira divisão. Infelizmente, como já nos referimos, até hoje essas condições não foram provadas junto da Federação”, revelou.
Afirmou que a direcção do clube passou por um período de questionamentos incessantes para aferir onde estava a veracidade dos factos, no âmbito dos pronunciamentos do clube e da empresa DMS. Argumentou que face aos pronunciamentos do parceiro, a direcção do Sport Lubango e Benfica  viu-se obrigada a mostrar, junto da entidade reitora da modalidade, os factos e provar que nunca estiveram criadas condições para a participação da equipa no Girabola, o que contrastava com as informações que foram pronunciadas pela DMS.
“E, estávamos a ser questionados, entre a nossa veracidade e a veracidade pronunciada pelo parceiro. Então, tivemos de dar os factos à Federação Angolana de Futebol de que não estávamos em condições de participar e que só o faríamos, caso tivessem sido disponibilizadas essas condições. Deram-nos, ainda, a atenuante de provar essas condições que até hoje não foram provadas pela DMS”, disse. 

Parceiro incapaz de provar
capacidade junto da FAF 


A Descathlon Marketing & Sports (DMS), que detém os direitos de gestão da equipa de futebol sénior do Sport Lubango e Benfica, foi incapaz de provar junto da Federação Angolana de Futebol (FAF) a capacidade financeira e as condições que anunciou ter reunido,  para suportar a participação do clube no Girabola Zap 2019/2020.
A denúncia foi feita na capital huilana, pelo presidente de direcção do clube, Jackes da Conceição. O presidente revelou que face ao pronunciamento da Descathlon Marketing & Sports que levou a conhecimento da FAF, por escrito, de que dispunha de condições para suportar a participação na prova, o clube viu-se obrigado a solicitar a reintegração da equipa, o que foi reprovado por falta de comprovação da DMS.
“E, em função dos pronunciamentos da DMS, fomos obrigados a voltar a solicitar à FAF a reintegração do Benfica,  porque essa empresa levou a público e ao conhecimento da Federação Angolana de Futebol, por escrito, de que tínhamos todas as condições garantidas para participar na primeira divisão. Infelizmente, como já nos referimos, até hoje essas condições não foram provadas junto da Federação”, revelou.
Afirmou que a direcção do clube passou por um período de questionamentos incessantes para aferir onde estava a veracidade dos factos, no âmbito dos pronunciamentos do clube e da empresa DMS. Argumentou que face aos pronunciamentos do parceiro, a direcção do Sport Lubango e Benfica  viu-se obrigada a mostrar, junto da entidade reitora da modalidade, os factos e provar que nunca estiveram criadas condições para a participação da equipa no Girabola, o que contrastava com as informações que foram pronunciadas pela DMS.
“E, estávamos a ser questionados, entre a nossa veracidade e a veracidade pronunciada pelo parceiro. Então, tivemos de dar os factos à Federação Angolana de Futebol de que não estávamos em condições de participar e que só o faríamos, caso tivessem sido disponibilizadas essas condições. Deram-nos, ainda, a atenuante de provar essas condições que até hoje não foram provadas pela DMS”, disse.