Jornal dos Desportos

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Futebol

Luanda continua a ser o maior plo do futebol

17 de Agosto, 2019

DAgosto uma das equipas que representa a capital

Fotografia: Contreiras Pipas | Edies Novembro

A capital do país, Luanda, como vem sendo hábito, continua a liderar a estatísticas em termos de representatitividade nesta que é a maior prova do futebol nacional. Na realidade, desde o pontapé de saída do campeonato em Dezembro de 1979, a cidade capital sempre se apresentou como maior pólo de desenvolvimento do desporto-rei.
E a atestar isso está mais uma vez o facto de na época do Girabola Zap 2019/2020, que ontem arrancou com o jogo que opôs no Lubango o Clube Desportivo da Huíla (CDH) ao FC Bravos do Maquis, Luanda ressurgir com quatro equipas, no caso o 1º de Agosto, Petro, Interclube e o Progresso do Sambizanga. Em termos de representatividade, no horizonte das 16 equipas, as quatro de Luanda correnpondem a 25 porcento.
Segue-se-lhe nesse quesito Benguela, que se fará presente com o 1º de Maio, a Académica do Lobito e o agora baptizado Wiliete Sport Clube, que perfazem um percentual 18,75; e o Huambo, com o Recreativo da Caála e o primodivisionário Ferrovia, que corresponde a 12,5 porcento.
As demais sete províncias far-se-ão representar com uma única equipa cada. Estão nestas condições a Huíla, que viu o “seu” Benfica do Lubango desistir e que agora passa contar exlusivamente com o já referenciado Clube Desportivo, Lunda-Norte (Sagrada Esperança), Moxico (FC Bravos), Cuanza Sul (Recreativo do Libolo), Uíje (Santa Rita de Cássia), Cuando Cubango (FC) e Cabinda (Sporting). Cada uma dessas regiões tem, assim, uma representatividade correspondente a 6,25 por cento.