Jornal dos Desportos

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Futebol

Nvel competitivo agrada aos tcnicos

j - 17 de Janeiro, 2017

O técnico do Recreativo da Caála, Lazaro Cardoso, elogio o nível competitivos do Campeonato Nacional de Futebol de Sub-20, que decorre em Cabinda, bem como a prontidão da comissão organizadora da prova.“A competição está a correr bem, sem nenhuma complicação. A organização está perfeita, sem constrangimentos, até ao momento não temos motivos de queixa. Em termos competitivos, os jovens cada um está a dar o seu melhor e o que estamos a ver são bons jogadores.

As equipas têm excelentes atletas e no futuro teremos jogadores de qualidade para o escalão sénior e para a selecção”, disse, referindo que os clubes estão a desenvolver um excelente trabalho na formação de jogadores e o que está a ser visto na prova, demonstra que os clubes estão empenhados na formação.

“Estamos a trabalhar a sério para o futuro dos clubes e das selecções nacionais de Sub- 23 e de honras. O principal objectivo do Recreativo da Caála é de conquistar o troféu desta competição, por isso estamos em Cabinda. Estamos aqui para competir de igual para igual com todos os nossos adversários. Estamos nesta competição com ambição de ganhar o título”, precisou.

Para o técnico do Atlético do Namibe, José Viera Ngato, o Campeonato Nacional está com um nível competitivo aceitável, o que demonstra que os clubes estão a trabalhar para o bem do futebol angolano. “Estou há 16 anos nos escalões de formação e nunca vi um campeonato tão competitivo como este. Este campeonato está muito forte e os clubes angolanos estão num bom caminho, no que diz respeito a formação de atletas. Se os clubes continuarem com os programas de formação, teremos o futuro garantido para as equipas angolanas”, disse.

O técnico do Semba FC, Agostinho Gomes, disse que apesar das dificuldades de alimentação e de material desportivo que a formação que orienta atravessa, o campeonato está bastante competitivo e a sua agremiação tudo vai fazer para lutar até ao fim da prova.“Estamos a trabalhar com dificuldades e sem alimentação. Há momentos em que os atletas jogam sem comer, mas à vontade de participar nesta prova existe, porque queremos fazer história”, disse. JS